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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jesus Cristo esta vivo, Aleluia

Tu ressuscitaste, Aleluia! Eis a ressurreição e a vida, Aleluia! Depois do sofrer sobre a cruz... de dares a tua vida por nós, venceste e ressuscitas-te. Tu estas vivo para sempre e hás de reinar, Aleluia! A ressurreição de Jesus Cristo é uma das verdades essenciais do evangelho, negar a ressurreição de Cristo é fazer do cristianismo uma ilusão. Por isso, Paulo trava uma batalha teológica com aqueles que não criam na ressurreição de Jesus e com a autoridade que Deus lhe deu disse: “se Cristo não ressuscitou é vã a vossa fé e ainda permaneceis nos vossos pecados” (I Co 15.17). A ressurreição de Cristo é a base da nossa esperança, ela é a garantia da nossa justificação e salvação. Sem a ressurreição de Cristo não há perdão de pecado. Um Jesus que não ressuscitou seria um homem qualquer sem esperança de vida eterna. Paulo nos diz novamente: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somo os mais miseráveis dos homens” (I Co 15.19). A ressurreição de Cristo tem uma importância fundamental sobre a morte, porque Cristo veio para nos livrar, não só do pecado, mas da sua consequência, a morte (Rm 6.23). “O tumulo esta vazio, ele ressuscitou!” Estas palavras mostram que o amor, a bondade e o poder de Jesus andam juntos e são maiores do que a morte, por isso a vida sempre vence. Deus nos alcançou exatamente onde estávamos e derrotou o nosso ultimo inimigo, a morte. “Onde esta ó morte a tua vitória? Onde esta ó morte o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a lei, mas graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Co 15.55). Podemos perceber a essência da ressurreição comparando as atitudes dos discípulos antes e depois da ressurreição de Cristo. Antes eles fugiram, negaram, esconderam temerosos e confusos. Depois da ressurreição passaram de assustados a “Santos”, de confusos a confiantes, tornando-se missionários que transformaram o mundo, fazendo-se mártires corajosos e embaixadores jubilosos que falavam em nome de Jesus. A maior importância da ressurreição não esta no passado “Jesus ressuscitou”, mas no presente “Jesus esta vivo, Aleluia!” O anjo de Deus deu esta maravilhosa notícia: “Porque buscai entre os mortos aquele que vive?” (Mt 28.6) Hoje nós podemos cantar alegremente “Cristo já ressuscitou, Aleluia! Sobre a morte triunfou, Aleluia! Tudo consumado esta, Aleluia! Salvação de graça dá Aleluia!” Apocalipse 1.18 diz: “E aquele que vive: estive morto, mais eis aqui estou vivo pelo século dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno”. ALELUIA!

Semana da Paixão

A Paixão de Cristo faz parte da Semana Santa, semana que iniciamos hoje 01/04/2012, em nosso calendário atual. Veja a seguir o relatório da última semana de vida humana de Jesus em direção à cruz (Mt 21. 1-11). Domingo – Entrada triunfal em Jerusalém, montado num jumentinho, cumprindo a profecia de Zacarias 9.9. A multidão o saudava com ramos de palmeiras pelo chão e gritavam Hosana ao filho de Davi, que significa (salva, por favor – Sl 118.25) e atribuíram-lhe um título messiânico, o enviado do Senhor, o Rei de Israel (Jo 12.13). Segunda-feira – A purificação do templo (Mt 21.12-13). Neste dia, Jesus voltou ao templo e encontrou o átrio cheio de mercadores e cambistas, que levavam vantagem nas trocas de moedas judaicas por moedas pagãs. Jesus os expulsou do templo e virou as mesas. Terça-feira – Dia das parábolas (Mt 21.28-32). Em Jerusalém, Jesus escapou das ciladas teológicas, armada pelos sacerdotes no Monte das Oliveiras. Contemplando Jerusalém ensinava por meio das parábolas contra os fariseus (Mt 21.45-46). Quarta-feira – Dia de repouso porque os evangelhos não dizem nada a este respeito. Quinta-feira – A última ceia (Mt 26.17-30). Jesus preparou a si mesmo e aos discípulos para a sua morte. Ele deu a ceia pascal um novo significado, o pão representando o seu corpo a ser sacrificado e o vinho representando o seu sangue, que muito breve seria derramado na cruz, assim foi instituída a ceia do Senhor. “E tendo cantado o hino saíram para o monte das oliveiras (Mt 26.30). Sexta-feira – a crucificação (Mt 27.33-38). Depois da traição, da prisão, dos falsos testemunhos, da condenação, dos açoites e zombarias, exigiram que ele carrega-se a cruz até o lugar chamado caveira (Mt 27.33), onde o crucificaram juntamente com outros condenados e deram-lhe a beber vinho misturado com fel, mas ele provando não quis beber. Sexta-feira da paixão, dia do horror onde foi cuspido, despido, de olhos vendados e bateram na sua face. Foi escarnecido por três grupos distintos de pecadores: pecadores ignorantes, pecadores condenados e pecadores religiosos, que reconhecem as escrituras, mas não reconheciam Jesus na sua morte. “Deus meu! Deus meu! Porque me desamparaste?” Foi o grito do cumprimento do Salmo 22.1. Jesus foi crucificado às 9 horas e às 12 horas houve trevas sobre a terra. Às 15 horas Jesus espirou, entregou o Espírito e o véu se rasgou (Mt 27.50). O véu rasgado simboliza liberdade de adoração ao grande Deus soberano. Fonte B. E. P.