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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Vidas Santificadas

“Santificai-vos porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5) Santificação é um tema de grande importância na vida cristã, mas infelizmente, nem sempre é levado a serio. Não posso dizer isso da nossa Igreja, pois você pode concordar comigo, que estamos seriamente interessados na vida santificada. Por isso, eu resolvi fazer um pequeno estudo sobre isso e o meu desejo é aprender um pouco mais e tentar ajudar alguém que também deseja uma vida de santidade. Vou começar falando do que não é santidade: Primeiro - uma vida santificada não é uma libertação gradual do pecado. Como assim? O pecado precisa ser rejeitado, renunciado e abandonado de uma vez para sempre e não gradativamente (um pecado a menos hoje, outro a menos amanhã, até chegar a santidade), como acontece com o viciado que toma cinco garrafas de cachaça por dia e quer parar de beber. Ele toma uma a menos hoje, outra a menos amanhã, mas com certeza ele não vai a lugar nenhum. É preciso que haja um momento de crise para que deliberadamente haja desprezo ao pecado, “então vós lembreis dos vossos maus caminhos e dos vossos feitos que não foram bons e tereis nojo de vós mesmo” (Ez 36.31). Segundo - uma vida santificada não significa viver sem tentação, muito pelo contrário, é possível que sejamos mais tentados do que antes, porque antes não apresentávamos perigo para o reino de satanás. Como disse o Pastor Márcio, agora tem uma placa no inferno dizendo: Cuidado com os santificados! Quando optamos por uma vida santificada o inimigo faz tudo o que ele pode para nos derrubar, por isso, “aquele que pensa estar em pé cuide para que não caia” (I Co 10.12), porque a tentação põe em prova a nossa santificação. Agora eu vou falar do que é santidade: Primeiro – uma vida santificada é uma vida de vitória sobre o pecado, “porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estas debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Rm 6.14). Quando decidimos por uma vida santificada Deus nos dá graça e por isso vencemos a tentação. Segundo – uma vida santificada é uma vida de experiência. Ainda que seja um processo, tem que haver um momento de experiência, um ponto de partida, assim como aconteceu com os 12 homens descrito em Atos 19.6: “e impondo-lhes as mãos veio sobre eles o Espírito Santo...” foi algo que aqueles crentes ainda não haviam experimentado. Terceiro – este item vou dividir em 3: 1º uma vida santificada é uma vida separada para Deus; 2º uma vida santificada é uma vida dedicada ao Senhor; 3º uma vida santificada é uma vida que anda no Espírito, além de ser cheia do Espírito (Gl 5.25).

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Família Amada

Ainda estamos comemorando o mês da família e quando falamos em família, falamos de pai, mãe e filhos. Este é o modelo de família aprovado por Deus, veja o que esta escrito em Genesis 1.27,28 “...homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra...” Mas hoje eu quero falar de uma família bíblica que não tinha nem pai, nem mãe, apenas três irmãos, mas que com certeza foram educados nos caminhos do Senhor; estou falando de Marta, Maria e Lázaro (Jo 11). Marta ficou conhecida como aquela que se preocupou com a limpeza da casa, quando hospedou Jesus (Lc 10.14). Jesus disse: “Marta! Marta! Andas inquieta com muitas coisas...” (Lc 10.41) Jesus não estava dizendo que limpar a casa estava errado, mas que aquela hora era exclusiva para ele. Maria se destacou pelo ato de ungir os pés de Jesus com bálsamo e enxugar com os seus cabelos, realizando ali o maior dos investimentos, porque o perfume era de grande valor (Jo 12.5). Ela derramou não somente o valor monetário, mas também um coração cheio de amor pelo Senhor Jesus e este ato foi tão valioso que marcou a vida de Jesus para sempre (Mc 14.9). Nesta família, Jesus manifestou a sua glória (Jo 11.4) e passaram a serem amigos. Você lembra o relato sobre a doença de Lázaro? Marta passou a ser o exemplo de fé da família, pois cria em Jesus e em um ato de fé mandou avisá-lo que o amigo que ele amava estava enfermo (Jo 11.3). Na verdade Jesus amava a família e não somente Lazaro (Jo 11.5), por isso ouvindo o pedido de Marta voltou. Agora eu te pergunto: sua família esta passando por algum problema? Faça como Marta, chame Jesus que com certeza Ele vai te atender. Talvez pareça ser tarde, mas no tempo de Deus tudo se resolve. Marta ouvindo que o Senhor chegara, foi ao encontro dele e disse “Se tu estivesse aqui meu irmão não teria morrido, mas sei que mesmo agora tudo quanto pedires a Deus, Deus te concederás” (Jo 11.22). Ainda o milagre não havia acontecido, mas ela sabia que com a presença de Jesus algo poderia acontecer. É assim que devemos crer, porque o milagre é o sinal dos que creem (Jo 11.40). Com esta família podemos aprender que há momentos em que a família precisa se juntar em adoração, seja na igreja ou no lar, creio que esta é a boa parte que ninguém pode tirar (Lc 10.41). Hoje em dia vivemos em um tempo de inversão de valores, mas a palavra de Deus nos ensina a “educar os nossos filhos no caminho do Senhor” (Pv 22.6), ensina também os filhos a “honrarem os seus pais, porque é o primeiro mandamento com promessa” Ef 6.2) e orienta aos pais “a não provocarem os vossos filhos a ira, mas criá-los na disciplina e na admoestação do Senhor” (Ef 6.4). Você quer ser uma família amada???

Família um projeto de Deus

O mês de Maio é chamado de mês da família ou mês do lar. Também é chamado de mês das flores ou o mês das noivas, porque antigamente era o mês dos casamentos, talvez por ser o começo do frio. Nada melhor do que juntar os cobertores para se aquecerem mutuamente (Ec 4.11). Estou falando de casamento feito legalmente, porque este é o projeto de Deus (Gn 2.18). Tenho para mim que o plano da salvação da família começou com Noé, quando Deus ordenou: “entra na arca tu e toda a tua casa (família) e entrou Noé com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos” (Gn 7.7). Ali Deus estava preservando a família. Infelizmente tem muita gente sofrendo com o frio de Maio, porque abandonaram a família. Mas o projeto de Deus é que “o solitário viva em família, tira do cativeiro para a prosperidade. Só os rebeldes habitam em terra estéril” (Sl 68.6). O que o salmo esta dizendo é que a família é tão importante, que a Bíblia a chama de família de Deus (Ef 2.19). O Senhor Jesus podia ter salvado a Zaqueu ali mesmo em cima da árvore, mas o plano de Deus é família, por isso Jesus disse: “desce de pressa, porque me convém ficar hoje na tua casa; e ao entrar ele disse: hoje veio a salvação nesta casa (família)” (Lc 18.5-9). Desce de pressa significa que a família tem prioridade, urgência. Nunca a família esteve tão fragilizada e desvalorizada como nos dias de hoje e Jesus não quer somente passar na família ele quer ficar na família, por isso, ele disse me convém ficar na tua casa, fazendo parte da família, assim como uma família no céu nos abraçou com amor eterno (Jr 31.3), o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Jo 14.23). Em Atos 16.30, temos outro exemplo sobre a importância da família, quando o carcereiro perguntou: “o que devo fazer para ser salvo? Crê no Senhor Jesus e será salto tu e a tua casa (família)”. O dicionário tem duas definições para a família: a primeira definição é casa = geração, e a segunda definição é tribos = pequenos povos, mas o que faz a diferença para nós cristãos é o amor, pois uma casa ou comunidade sem amor pode ser uma tribo e não uma família. Se você esta fora da família por rebeldia, seja ela família sanguínea ou família da fé, Deus tem um plano de salvação para você. Ele ainda não se esqueceu de você “porque ainda que uma mãe venha esquecer-se de seu filho, que ainda mama, Deus jamais se esquecerá de ti” (Is 49.15,16). Devemos amar a igreja e fazer o possível para estarmos juntos como família da fé, mas se não cuidarmos da nossa própria família estamos negando a fé e somos piores do que os incrédulos (I Tm 5.8).

Tradição ou Tradiscionalismo

Muitos ainda perguntam sobre como conhecer a Deus... Outros dizem que todos os caminhos levam a Deus... Será? Eu acredito que o caminho que leva a Deus passa pela tradição. Veja o que Paulo disse em II Tessalonicenses 2.15: “Assim, pois irmãos permaneceis firmes e guardais as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavras, seja por epístolas nossa”. João Wesley nos fala de uma tradição de experiência, acumulada no decorrer da história da Igreja, que nos deixou princípios teológicos, uma identidade na compreensão da fé e um exemplo de vida. Acontece que a tradição tem dois lados, porque Jesus condenou a tradição dos anciãos, porque eles invalidavam a palavra de Deus (Mt 15.3), mas Paulo em I Coríntios 11.2 nos diz “de fato eu vos louvo porque em tudo vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei”. A tradição que Paulo nos legou foi esta “porque o nosso evangelho não chegou até vós somente em palavras, mas sobretudo no poder do Espírito Santo e em plena convicção...” (I Ts 1.5). Alguém disse que tradição é = fé viva, daqueles que já morreram e são chamados de heróis da fé, “pela fé os antigos alcançaram testemunho” (Hb 11.2). Por outro lado o tradicionalismo é fé morta, daqueles que ainda vivem, ou seja, é a tradição dos rituais que Jesus disse que invalida a palavra de Deus (Mc 7.13). Com isso, podemos aprender que: Tradição é viver o que Cristo nos ensinou. “Na verdade eu vos digo que aquele que crer em mim também fará as obras que eu faço e outras maiores farás, porque eu vou para o pai” (Jo 14.12). Obras maiores, não em poder, porque todo poder pertence a Jesus, tanto no céu como na terra, mas pode ser em números, veja esta grande obra descrita em Atos 2.41: “Os que aceitaram a palavra foram batizados havendo um acréscimo de quase 3.000 almas”. Isto porque Jesus falou: “tudo o que pedir em meu nome eu farei, para que o pai seja glorificado no filho” (Jo 14.13). Tradição é a preservação da qualidade, é também experiência com Deus. Lembrando mais uma vez de João Wesley, ele declara que teve a sua vida mudada depois da experiência do coração aquecido, por causa disto, alguém disse que nós Metodistas temos um D.N.A. de fogo, ou seja, tradição viva, isto nos mostra que ser cristão não é simplesmente conhecer teologicamente um Deus, mas ter uma experiência pessoal com o Deus da história, que é bendito eternamente amém” (Sl 89.52). Tradição é vida abundante, “eu vim para que tenha vida e vida abundante” (Jo 10.10) Uma Igreja que tem tradição é uma Igreja edificada sobre os dons espirituais “assim vós que deseja dons espirituais, procurais progredir neles para edificação da Igreja (I Co 14.12). Finalmente ter uma tradição é ser beneficiado com as promessas de Cristo, “estes sinais seguirão aos que creem...” (Mc 16.17).

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jesus Cristo esta vivo, Aleluia

Tu ressuscitaste, Aleluia! Eis a ressurreição e a vida, Aleluia! Depois do sofrer sobre a cruz... de dares a tua vida por nós, venceste e ressuscitas-te. Tu estas vivo para sempre e hás de reinar, Aleluia! A ressurreição de Jesus Cristo é uma das verdades essenciais do evangelho, negar a ressurreição de Cristo é fazer do cristianismo uma ilusão. Por isso, Paulo trava uma batalha teológica com aqueles que não criam na ressurreição de Jesus e com a autoridade que Deus lhe deu disse: “se Cristo não ressuscitou é vã a vossa fé e ainda permaneceis nos vossos pecados” (I Co 15.17). A ressurreição de Cristo é a base da nossa esperança, ela é a garantia da nossa justificação e salvação. Sem a ressurreição de Cristo não há perdão de pecado. Um Jesus que não ressuscitou seria um homem qualquer sem esperança de vida eterna. Paulo nos diz novamente: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somo os mais miseráveis dos homens” (I Co 15.19). A ressurreição de Cristo tem uma importância fundamental sobre a morte, porque Cristo veio para nos livrar, não só do pecado, mas da sua consequência, a morte (Rm 6.23). “O tumulo esta vazio, ele ressuscitou!” Estas palavras mostram que o amor, a bondade e o poder de Jesus andam juntos e são maiores do que a morte, por isso a vida sempre vence. Deus nos alcançou exatamente onde estávamos e derrotou o nosso ultimo inimigo, a morte. “Onde esta ó morte a tua vitória? Onde esta ó morte o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a lei, mas graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Co 15.55). Podemos perceber a essência da ressurreição comparando as atitudes dos discípulos antes e depois da ressurreição de Cristo. Antes eles fugiram, negaram, esconderam temerosos e confusos. Depois da ressurreição passaram de assustados a “Santos”, de confusos a confiantes, tornando-se missionários que transformaram o mundo, fazendo-se mártires corajosos e embaixadores jubilosos que falavam em nome de Jesus. A maior importância da ressurreição não esta no passado “Jesus ressuscitou”, mas no presente “Jesus esta vivo, Aleluia!” O anjo de Deus deu esta maravilhosa notícia: “Porque buscai entre os mortos aquele que vive?” (Mt 28.6) Hoje nós podemos cantar alegremente “Cristo já ressuscitou, Aleluia! Sobre a morte triunfou, Aleluia! Tudo consumado esta, Aleluia! Salvação de graça dá Aleluia!” Apocalipse 1.18 diz: “E aquele que vive: estive morto, mais eis aqui estou vivo pelo século dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno”. ALELUIA!

Semana da Paixão

A Paixão de Cristo faz parte da Semana Santa, semana que iniciamos hoje 01/04/2012, em nosso calendário atual. Veja a seguir o relatório da última semana de vida humana de Jesus em direção à cruz (Mt 21. 1-11). Domingo – Entrada triunfal em Jerusalém, montado num jumentinho, cumprindo a profecia de Zacarias 9.9. A multidão o saudava com ramos de palmeiras pelo chão e gritavam Hosana ao filho de Davi, que significa (salva, por favor – Sl 118.25) e atribuíram-lhe um título messiânico, o enviado do Senhor, o Rei de Israel (Jo 12.13). Segunda-feira – A purificação do templo (Mt 21.12-13). Neste dia, Jesus voltou ao templo e encontrou o átrio cheio de mercadores e cambistas, que levavam vantagem nas trocas de moedas judaicas por moedas pagãs. Jesus os expulsou do templo e virou as mesas. Terça-feira – Dia das parábolas (Mt 21.28-32). Em Jerusalém, Jesus escapou das ciladas teológicas, armada pelos sacerdotes no Monte das Oliveiras. Contemplando Jerusalém ensinava por meio das parábolas contra os fariseus (Mt 21.45-46). Quarta-feira – Dia de repouso porque os evangelhos não dizem nada a este respeito. Quinta-feira – A última ceia (Mt 26.17-30). Jesus preparou a si mesmo e aos discípulos para a sua morte. Ele deu a ceia pascal um novo significado, o pão representando o seu corpo a ser sacrificado e o vinho representando o seu sangue, que muito breve seria derramado na cruz, assim foi instituída a ceia do Senhor. “E tendo cantado o hino saíram para o monte das oliveiras (Mt 26.30). Sexta-feira – a crucificação (Mt 27.33-38). Depois da traição, da prisão, dos falsos testemunhos, da condenação, dos açoites e zombarias, exigiram que ele carrega-se a cruz até o lugar chamado caveira (Mt 27.33), onde o crucificaram juntamente com outros condenados e deram-lhe a beber vinho misturado com fel, mas ele provando não quis beber. Sexta-feira da paixão, dia do horror onde foi cuspido, despido, de olhos vendados e bateram na sua face. Foi escarnecido por três grupos distintos de pecadores: pecadores ignorantes, pecadores condenados e pecadores religiosos, que reconhecem as escrituras, mas não reconheciam Jesus na sua morte. “Deus meu! Deus meu! Porque me desamparaste?” Foi o grito do cumprimento do Salmo 22.1. Jesus foi crucificado às 9 horas e às 12 horas houve trevas sobre a terra. Às 15 horas Jesus espirou, entregou o Espírito e o véu se rasgou (Mt 27.50). O véu rasgado simboliza liberdade de adoração ao grande Deus soberano. Fonte B. E. P.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O Dom Supremo – I Coríntios 12.31

I Coríntios 12.31 nos diz que devemos “procurar com zelo os melhores dons”, mas também diz sobre um caminho mais excelente, que caminho é esse? Paulo diz que os dons são necessários para a edificação da Igreja (I Co 14.12), mas ele também diz que os dons só têm o seu devido valor quando acompanhado pelo dom supremo – o amor (I Co 13.1-8). Temos aqui a resposta da pergunta à cima: o caminho mais excelente é o amor. Para andar por este caminho mais excelente, é preciso compreender o amor, por isso, segue algumas características importantes deste amor: “O AMOR É PACIENTE” – ele não perde a paciência, nem se mostra irritado, nem perde a calma facilmente; “O AMOR É BENIGNO” – ele não somente suporta com paciência a injustiça, como procura meios de contribuir, para melhorar a vida das outras pessoas; “O AMOR NÃO ARDE EM CIÚMES” – se em qualquer tempo se achar diante de concorrentes, não guarda irritação e não se aflige; “O AMOR NÃO SE UFANA” – não se preocupa em impressionar, nem em projetar a sua boa imagem, para tirar vantagem pessoal. “O AMOR NÃO ENSOBERBECE” – não conservas ideais arrogantes acerca de si mesmo, nem espera que o outro gire em torno dele; “O AMOR NÃO SE CONDUZ INCONVENIENTE” – ele tem boas maneiras e é cortez, educado, respeita o direito dos outros e tem um padrão Cristocêntrico; “O AMOR NÃO PROCURA O SEU PRÓPRIO INTERESSE” – não busca vantagem egoísta e oportunista, mas se preocupa em fazer a vontade de Deus; “O AMOR NÃO SE EXASPERA” – não é melindroso, nem se magoa facilmente, nem se domina pelas emoções; “O AMOR NÃO SE RESSENTE DO MAL” – ele não guarda rancor do mal recebido, nem fica repisando os males passados; “O AMOR NÃO SE ALEGRA COM A INJUSTIÇA” – jamais se alegra quando os outros erram, não tem prazer em espalhar más reputações dos outros; “O AMOR REGOZIJA-SE COM A VERDADE” – ele fica contente quando a justiça prevalece e se alegra quando o mal é derrotado pela verdade; “O AMOR TUDO SOFRE” – não há limite para a sua clemência, por isso, simpatiza com os problemas dos outros; “O AMOR TUDO CRÊ” – crê sem duvidar das pessoas ou das suas palavras, ou mesmo da sua integridade; “O AMOR TUDO ESPERA” – sua esperança nunca murcha. O amor não se desespera, parece que as pessoas estão falhando, ainda assim olha com confiança; “O AMOR TUDO SUPORTA” tem perseverança ilimitada, pode enfrentar todos os obstáculos e ainda amar. Não desanima e espera com paciência, brandura e coragem, o “AMOR JAMAIS ACABA”.