A disciplina para o Cristão significa discipulado, maturidade, seguir a Cristo, negar-se a si mesmo e levar resolutamente a sua cruz. A autodisciplina é a capacidade de regular a conduta por principio e discernimento próprio e não por imposição.
O homem disciplinado não é necessariamente frio ou calculista, ele até pode ser afetuoso e simpático, mas é alguém que cresceu “em Cristo”. Ele não é mais um homem agitado, que anda de um lado para outro, “nem levado ao redor por todo vento de doutrina”.
A melhor disciplina não é aquela que escapa de uma situação quase trágica, mas é aquela que prevê e impede que tal situação aconteça! A disciplina precisa alcançar o olho, a palavra e a ação, ex: um crente maduro ou disciplinado aprende a sentir-se tão bem, mesmo quando se sente mal (Fp 4.11), pois um caráter disciplinado nunca desperdiça tempo e energia cedendo ao mau humor.
A disciplina mais difícil é a da língua. Pode-se ter um corpo disciplinado, mente disciplinada, mas uma língua solta denuncia uma falta fatal, o caráter fica defeituoso, “a tagarelice é como ponta de espada, mas a língua do sábio é medicina” (Pv 12.18). Se a língua não for contida pelo freio da prudência e dirigida pelas rédeas do amor, não pode dizer que tal caráter é disciplinado. “Se alguém supõe ser religioso deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã” (Tg 1.26).
A autodisciplina não é só o ideal como também o alvo de todos os que trabalham com crianças e jovens. Alguns insistem em dizer que não se deve impor a juventude qualquer tipo de regulamento ou restrição, simplesmente se deve deixar crescer, mas o que temos percebido, é que uma vida sem restrição não tem produzido melhores cidadãos e muito menos cristãos. Todos precisam entender que há liberdades, mas também há leis. O que seria de uma auto-estrada sem os limites de velocidade?
Parece que os pais e mães de hoje precisam sair do caminho para que as pequenas vontades se rebelem livremente, mas não devemos esquecer que precisa haver um otimismo generoso de coração, um amor a Deus e pelas pessoas, uma responsabilidade social e uma apreciação pela decência: o Senhor nos recomenda na palavra a “governar bem a própria casa e criar os filhos sob disciplina com todo respeito” (I Tm 3.4).
Mais que vencedor é o tema do 1º livro de Sebastião de Brito. Ele tinha o desejo de escrever outros, mas infelizmente em 22/03/2013, ele faleceu, deixando muitas mensagens escritas que ainda não foram publicadas. Agora passa a ser meu desejo, um dia publica-lás, pois ele foi MAIS DO QUE VENCEDOR e mesmo em sua simplicidade, sempre teve muito a nos ensinar. Cibelle Aureliano - Neta
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Não garanto resposta imediata, mas responderei a todos os e-mails!
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Vida Disciplinada
Quando se fala em disciplina, logo pensamos em regras, imposições, açoites e penitências. Isto também faz parte, mas a boa disciplina é construída de ensino, educação, instrução, a disciplina é comportamento, domínio próprio, é reconhecer o seu lugar e o lugar do outro, uma pessoa disciplinada é alguém de moral e caráter exemplar. Que beleza!
Por outro lado, o indisciplinado, não respeita o seu próximo, é revoltado por conta própria, promove contenda no ambiente em que esta, desmoralizando a si mesmo, a sua indisciplina é incorrigível.
Atualmente vivemos em uma cultura de liberdade absoluta, mas a liberdade mau usada, torna-se libertinagem, pelo menos é o que percebemos no dia a dia. Com isso a disciplina passa longe de tais pessoas, os seus incentivos não são favoráveis e a palavra restrição não se encontra na vida deles. Mas se você aceita um conselho e quiser permanecer forte, retenha o seu sentido e agarre-se aos valores imperecíveis do Espírito.
Muitos se gloriam de poder viver sem restrição, acarretando com isso mais pecado sobre si mesmo, mas os disciplinados se alegram em saber que “onde abundou o pecado superabundou à graça” (Rm 5.20). Isto ajuda a levar a vida com disciplina diante de Deus pois “quem não aceita a disciplina não confia no Senhor, nem se aproxima de Deus” (Sf 3.2).
A disciplina faz parte da salvação “porque quando julgados somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo (I Co 11.32). A disciplina é o que mais precisamos, mas também é o que menos desejamos.
Encontramos hoje em dia, várias pessoas tentando escapar da disciplina: jovens que abandonam a casa paterna; alunos que deixam a escola; esposos e esposas que procuram divórcio; membros da Igreja que negligenciam os cultos; empregados que desistem do emprego..., são mil desculpas para se justificarem, mas por de trás de tudo isto, está à aversão a disciplina.
Se olharmos para os asilos, os hospitais e as cadeias, vamos perceber que estão todos super lotados, por falta de restrições ou controle na vida, um sinal visível de uma época indisciplinada, mas na verdade o que nós precisamos mesmo é de restrições, coragem, perseverança e resistência (Dr. Taylor).
“... Deus, porém nos disciplina para o aproveitamento a fim de sermos participantes da sua santidade” (Hb 12.10).
Por outro lado, o indisciplinado, não respeita o seu próximo, é revoltado por conta própria, promove contenda no ambiente em que esta, desmoralizando a si mesmo, a sua indisciplina é incorrigível.
Atualmente vivemos em uma cultura de liberdade absoluta, mas a liberdade mau usada, torna-se libertinagem, pelo menos é o que percebemos no dia a dia. Com isso a disciplina passa longe de tais pessoas, os seus incentivos não são favoráveis e a palavra restrição não se encontra na vida deles. Mas se você aceita um conselho e quiser permanecer forte, retenha o seu sentido e agarre-se aos valores imperecíveis do Espírito.
Muitos se gloriam de poder viver sem restrição, acarretando com isso mais pecado sobre si mesmo, mas os disciplinados se alegram em saber que “onde abundou o pecado superabundou à graça” (Rm 5.20). Isto ajuda a levar a vida com disciplina diante de Deus pois “quem não aceita a disciplina não confia no Senhor, nem se aproxima de Deus” (Sf 3.2).
A disciplina faz parte da salvação “porque quando julgados somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo (I Co 11.32). A disciplina é o que mais precisamos, mas também é o que menos desejamos.
Encontramos hoje em dia, várias pessoas tentando escapar da disciplina: jovens que abandonam a casa paterna; alunos que deixam a escola; esposos e esposas que procuram divórcio; membros da Igreja que negligenciam os cultos; empregados que desistem do emprego..., são mil desculpas para se justificarem, mas por de trás de tudo isto, está à aversão a disciplina.
Se olharmos para os asilos, os hospitais e as cadeias, vamos perceber que estão todos super lotados, por falta de restrições ou controle na vida, um sinal visível de uma época indisciplinada, mas na verdade o que nós precisamos mesmo é de restrições, coragem, perseverança e resistência (Dr. Taylor).
“... Deus, porém nos disciplina para o aproveitamento a fim de sermos participantes da sua santidade” (Hb 12.10).
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Um Natal Permanente
“Cantai ó céus, alegra-te ó terra, e vós montes rompei em cântico, porque o Senhor consolou o seu povo e dos seus aflitos compadeceu” (Is 49.13).
Este versículo nos indica que o Natal chegou e que todas as festividades são comemorações do natalício de Jesus: “um bebezinho enfaixado em pano e deitado numa manjedoura, porque não havia lugar para ele na hospedaria” (Lc 2.7).
Dezembro é o período mais bonito do ano, musicas natalinas, painéis luminosos, com luzes multicoloridas fazem o ambiente festivo e as trocas de presentes fazem do movimento comercial um destaque, é difícil achar quem não se envolve, pena que o seu valor é de pouca duração.
Infelizmente, as luzes que enfeitam o natal servem também para o carnaval, que vem logo na sequência, para o mundo o valor é o mesmo, mas o profeta Isaías nos apresenta um natal que podemos dizer que é verdadeiro, porque tem vida em si mesmo: “porque um menino vos nasceu, um filho se nos deu, o governo esta sobre os seus ombros e o seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz” (Iz 9.6). Este é o natal permanente e podemos comemorar todos os dias.
Quando Isaias diz que um menino vos nasceu, significa o filho de Maria, o natal comemorado de cada ano; quando ele fala que um filho se nos deu, significa o filho de Deus, Jesus Cristo o nosso natal permanente, aquele que é maravilhoso, que nos preparou uma eternidade juntamente com Ele (Jo 14.3), o Emanuel, Deus conosco e o segredo esta em Lucas 2.52 “Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens”.
À medida que Jesus vai crescendo em nosso conceito de fé, ele deixa de ser um painel de luzes coloridas para ser a luz do mundo (Jo 8.12). João Batista não estava brincando quando foi o precursor de Jesus, sua mensagem anunciando que o reino de Deus estava próximo dizia: “arrependei-vos” e eram por ele batizados (Mt 3.6), mas sempre tem aqueles que querem levar tudo na brincadeira, mas João cheio do Espírito, repreendeu severamente: “raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produza pois fruto digno de arrependimento” (Mt 3.7).
Eu aprendo que o nascimento de Jesus não é algo superficial, mas uma profundidade espiritual, pois, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor (Lc 2:11).
Vamos viver o natal “Jesus”, não somente neste mês, mas de forma permanente.
Este versículo nos indica que o Natal chegou e que todas as festividades são comemorações do natalício de Jesus: “um bebezinho enfaixado em pano e deitado numa manjedoura, porque não havia lugar para ele na hospedaria” (Lc 2.7).
Dezembro é o período mais bonito do ano, musicas natalinas, painéis luminosos, com luzes multicoloridas fazem o ambiente festivo e as trocas de presentes fazem do movimento comercial um destaque, é difícil achar quem não se envolve, pena que o seu valor é de pouca duração.
Infelizmente, as luzes que enfeitam o natal servem também para o carnaval, que vem logo na sequência, para o mundo o valor é o mesmo, mas o profeta Isaías nos apresenta um natal que podemos dizer que é verdadeiro, porque tem vida em si mesmo: “porque um menino vos nasceu, um filho se nos deu, o governo esta sobre os seus ombros e o seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz” (Iz 9.6). Este é o natal permanente e podemos comemorar todos os dias.
Quando Isaias diz que um menino vos nasceu, significa o filho de Maria, o natal comemorado de cada ano; quando ele fala que um filho se nos deu, significa o filho de Deus, Jesus Cristo o nosso natal permanente, aquele que é maravilhoso, que nos preparou uma eternidade juntamente com Ele (Jo 14.3), o Emanuel, Deus conosco e o segredo esta em Lucas 2.52 “Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens”.
À medida que Jesus vai crescendo em nosso conceito de fé, ele deixa de ser um painel de luzes coloridas para ser a luz do mundo (Jo 8.12). João Batista não estava brincando quando foi o precursor de Jesus, sua mensagem anunciando que o reino de Deus estava próximo dizia: “arrependei-vos” e eram por ele batizados (Mt 3.6), mas sempre tem aqueles que querem levar tudo na brincadeira, mas João cheio do Espírito, repreendeu severamente: “raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produza pois fruto digno de arrependimento” (Mt 3.7).
Eu aprendo que o nascimento de Jesus não é algo superficial, mas uma profundidade espiritual, pois, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor (Lc 2:11).
Vamos viver o natal “Jesus”, não somente neste mês, mas de forma permanente.
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terça-feira, 5 de julho de 2011
Olha para nós
Ninguém pode dar o que não tem, o paralítico esperava receber alguma coisa e Pedro e João disseram: “olha para nós! Não temos ouro, nem prata, mas do que temos te damos” (At 3.6). O que eles tinham? Jesus!
Muitas vezes costumamos dizer: não olhe para nós, olhe para Jesus. Mas como ver Jesus se não em nós? Dizer isto em certo sentido é o mesmo que dizer: faça o que eu mando e não o que eu faço.
Às vezes nos escondemos atrás da frase “a carne é fraca” e com isto nos isentamos da responsabilidade do testemunho. Jesus disse: “Vós sois minhas testemunhas”, isso significa que Jesus será visto em nós.
Pedro e João foram reconhecidos pelas mais altas autoridades, não porque eram letrados, mas porque reconheceram neles intimidade com Jesus (At 4.13), só por isso, eles poderiam dizer sem medo de serem felizes, olha para nós! Será que podemos dizer isto também? Eu creio que sim! Basta termos a consciência de que Cristo vive em nós (Gl 2.20).
A palavra chave é “sede meus imitadores como eu sou de Cristo” (I Co 11.1). Sabe o que isto significa? “Assim brilhes a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso pai que está nos céus” (Mt 5.16). Para isto, o nosso pensar, o nosso falar, o nosso sentir e o nosso agir precisa ser mudado, porque Jesus é a nossa transformação.
Observem estes testemunhos:
1º Testemunho: “Um garoto pediu ajuda para alguém que parou no semáforo. A pessoa disse: eu não tenho nada para dar. Mas como fazia muito frio e chovia, a pessoa desceu do carro e tirou o seu casaco e embrulhou o garoto. Ele olhou firme para a pessoa e perguntou: você é Jesus? Ela disse: por que você está perguntando isto? É porque me falaram que só Jesus ajuda as pessoas”. Será que os nossos atos têm mostrado Jesus em nós?
2º Testemunho (este é meu): “Eu não tinha muito serviço, mas todos os dias eu estava na minha mesa e alguém que passava por ali várias vezes, um dia parou e perguntou: o Senhor é crente? Eu disse, sim! Ela pediu desculpas e disse que sentiu algo diferente em mim”.
3º Testemunho: “Duas professoras trabalhavam juntas na mesma escola e pertenciam a mesma denominação, só que em cidades diferentes. Um dia se encontraram numa das Igrejas e com surpresa perguntaram uma a outra: você é desta Igreja?” Por que será que ficaram surpresas? Onde ficou o testemunho?
A recomendação para os crentes é: “sede imitadores de Deus como filhos amados” (Ef 5.1).
Muitas vezes costumamos dizer: não olhe para nós, olhe para Jesus. Mas como ver Jesus se não em nós? Dizer isto em certo sentido é o mesmo que dizer: faça o que eu mando e não o que eu faço.
Às vezes nos escondemos atrás da frase “a carne é fraca” e com isto nos isentamos da responsabilidade do testemunho. Jesus disse: “Vós sois minhas testemunhas”, isso significa que Jesus será visto em nós.
Pedro e João foram reconhecidos pelas mais altas autoridades, não porque eram letrados, mas porque reconheceram neles intimidade com Jesus (At 4.13), só por isso, eles poderiam dizer sem medo de serem felizes, olha para nós! Será que podemos dizer isto também? Eu creio que sim! Basta termos a consciência de que Cristo vive em nós (Gl 2.20).
A palavra chave é “sede meus imitadores como eu sou de Cristo” (I Co 11.1). Sabe o que isto significa? “Assim brilhes a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso pai que está nos céus” (Mt 5.16). Para isto, o nosso pensar, o nosso falar, o nosso sentir e o nosso agir precisa ser mudado, porque Jesus é a nossa transformação.
Observem estes testemunhos:
1º Testemunho: “Um garoto pediu ajuda para alguém que parou no semáforo. A pessoa disse: eu não tenho nada para dar. Mas como fazia muito frio e chovia, a pessoa desceu do carro e tirou o seu casaco e embrulhou o garoto. Ele olhou firme para a pessoa e perguntou: você é Jesus? Ela disse: por que você está perguntando isto? É porque me falaram que só Jesus ajuda as pessoas”. Será que os nossos atos têm mostrado Jesus em nós?
2º Testemunho (este é meu): “Eu não tinha muito serviço, mas todos os dias eu estava na minha mesa e alguém que passava por ali várias vezes, um dia parou e perguntou: o Senhor é crente? Eu disse, sim! Ela pediu desculpas e disse que sentiu algo diferente em mim”.
3º Testemunho: “Duas professoras trabalhavam juntas na mesma escola e pertenciam a mesma denominação, só que em cidades diferentes. Um dia se encontraram numa das Igrejas e com surpresa perguntaram uma a outra: você é desta Igreja?” Por que será que ficaram surpresas? Onde ficou o testemunho?
A recomendação para os crentes é: “sede imitadores de Deus como filhos amados” (Ef 5.1).
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Pedro e João,
sede meus imitadores
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um Coração Novo
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às saídas da vida” (Pv 4.23).
Como anda a sua vida? Talvez fosse melhor trocar o seu coração.
Você deseja ter uma comunhão mais intima com Deus? Gostaria de sentir alegria quando alguém o disser: vamos á casa do Senhor? Gostaria de livrar-se do sentimento que te machucou e deixou com sentimento de vingança ou se culpando e com vontade de sair da Igreja? Gostaria de viver mais positivo e menos negativo diante das circunstâncias adversas? Então aceita a proposta de Deus: “Dar-te-ei coração novo, porei dentro de vós espírito novo (animo), tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne, porei dentro de vós o meu espírito (santo) e farei que andeis nos meus estatutos e guardeis os meus juízos” (Ez 36.26-27).
Que bela propaganda! Garanto-te que não é propaganda enganosa. Eu particularmente já me escrevi para a troca, porque se do coração procedem às saídas da vida, eu quero uma nova saída para minha vida!
Um coração novo significa um coração limpo, pronto para ver a Deus (Mt 5.8).
Um espírito novo (animo) significa vontade de realizar-se em qualquer setor da vida.
Tirar o coração de pedra significa que é melhor ser uma bolinha de carne do que uma pedra de tropeço.
Ter um coração de carne significa um coração que chora com os que choram e se alegra com os que se alegram.
Colocar dentro de nós o seu Espírito (Santo) significa que Deus não quer apenas crentes carnais, mas também espirituais (Gl 5.25).
O Espírito de Deus em nós significa que não somos do mundo (Jo 14.17), significa que somos filhos de Deus (Rm 8.9), significa que temos a unção de Deus para o conhecimento (I Jo 2.20).
Você sabia que o desanimo da morte ou o prazer da vida está no coração (Pv 4.23). Mediante a isso, já pensou nas maravilhas de um coração restaurado?
Deus não pede outra coisa de nós se não o coração: “filho meu, dá-me o teu coração” (Pv 23.26), por isso, devemos sempre orar dizendo: “Dai-me um coração igual ao Teu, meu Mestre. Dai-me um coração igual ao Teu, coração disposto a obedecer, cumprir todo o Teu querer. Dai-me um coração igual ao Teu!”
Como anda a sua vida? Talvez fosse melhor trocar o seu coração.
Você deseja ter uma comunhão mais intima com Deus? Gostaria de sentir alegria quando alguém o disser: vamos á casa do Senhor? Gostaria de livrar-se do sentimento que te machucou e deixou com sentimento de vingança ou se culpando e com vontade de sair da Igreja? Gostaria de viver mais positivo e menos negativo diante das circunstâncias adversas? Então aceita a proposta de Deus: “Dar-te-ei coração novo, porei dentro de vós espírito novo (animo), tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne, porei dentro de vós o meu espírito (santo) e farei que andeis nos meus estatutos e guardeis os meus juízos” (Ez 36.26-27).
Que bela propaganda! Garanto-te que não é propaganda enganosa. Eu particularmente já me escrevi para a troca, porque se do coração procedem às saídas da vida, eu quero uma nova saída para minha vida!
Um coração novo significa um coração limpo, pronto para ver a Deus (Mt 5.8).
Um espírito novo (animo) significa vontade de realizar-se em qualquer setor da vida.
Tirar o coração de pedra significa que é melhor ser uma bolinha de carne do que uma pedra de tropeço.
Ter um coração de carne significa um coração que chora com os que choram e se alegra com os que se alegram.
Colocar dentro de nós o seu Espírito (Santo) significa que Deus não quer apenas crentes carnais, mas também espirituais (Gl 5.25).
O Espírito de Deus em nós significa que não somos do mundo (Jo 14.17), significa que somos filhos de Deus (Rm 8.9), significa que temos a unção de Deus para o conhecimento (I Jo 2.20).
Você sabia que o desanimo da morte ou o prazer da vida está no coração (Pv 4.23). Mediante a isso, já pensou nas maravilhas de um coração restaurado?
Deus não pede outra coisa de nós se não o coração: “filho meu, dá-me o teu coração” (Pv 23.26), por isso, devemos sempre orar dizendo: “Dai-me um coração igual ao Teu, meu Mestre. Dai-me um coração igual ao Teu, coração disposto a obedecer, cumprir todo o Teu querer. Dai-me um coração igual ao Teu!”
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Aquele que está se afogando
Certa vez, uma pessoa visitando uma piscina pública, refletiu sobre o contraste entre o salva vidas e as pessoas que estavam em perigo e chegou à conclusão que ser salva vidas, é de longe, a posição mais desejável.
Eu preferia para minha vida diária, algo como o papel do salva vidas, mas descobri que com muito mais freqüência, sou como o que está se afogando.
Sou aquele a quem o Senhor tem de prover o alimento, as roupas e o abrigo de cada dia, conforme Mateus 6.33: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas”.
Sou aquele que pecou e se afastou da glória de Deus, conforme Romanos 3.23: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
Em conseqüência disso, sou também aquele que precisa do perdão diário, ao confessar meus pecados e minhas necessidades a Deus, conforme I João 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”.
Sou como Isaias 6.5: “Ai de mim estou perdido, porque sou homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios”.
Sou como Paulo em Romanos 7.15: “faço exatamente as coisas que não quero fazer, porque nem mesmo compreendo o meu jeito de agir”.
Sou como Pedro em Mateus 16.22: “tento ajudar a Deus e ajo segundo um plano que meu entendimento humano diz ser melhor”.
Mas não somos todos parecidos com aquele que está se afogando, do que com o salva vidas?
Jesus nos dá uma boa notícia em Mateus 5.3: “abençoados são os pobres de Espírito, porque deles é o Reino dos céus”, por isso, quanto mais reconhecemos nossa desesperada necessidade de Deus, mais nós nos aproximamos do seu Reino, por meio da oração.
Se você é como eu, pare de se debater, pois nosso salva vidas está permanentemente de serviço e aproveite este momento para orar, pedindo a Deus que te ajude a lembrar, que mesmo quando sentimos que estamos nos afogando, Ele estás junto conosco.
Baseado No cenáculo 17/03/2011
Eu preferia para minha vida diária, algo como o papel do salva vidas, mas descobri que com muito mais freqüência, sou como o que está se afogando.
Sou aquele a quem o Senhor tem de prover o alimento, as roupas e o abrigo de cada dia, conforme Mateus 6.33: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas”.
Sou aquele que pecou e se afastou da glória de Deus, conforme Romanos 3.23: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
Em conseqüência disso, sou também aquele que precisa do perdão diário, ao confessar meus pecados e minhas necessidades a Deus, conforme I João 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”.
Sou como Isaias 6.5: “Ai de mim estou perdido, porque sou homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios”.
Sou como Paulo em Romanos 7.15: “faço exatamente as coisas que não quero fazer, porque nem mesmo compreendo o meu jeito de agir”.
Sou como Pedro em Mateus 16.22: “tento ajudar a Deus e ajo segundo um plano que meu entendimento humano diz ser melhor”.
Mas não somos todos parecidos com aquele que está se afogando, do que com o salva vidas?
Jesus nos dá uma boa notícia em Mateus 5.3: “abençoados são os pobres de Espírito, porque deles é o Reino dos céus”, por isso, quanto mais reconhecemos nossa desesperada necessidade de Deus, mais nós nos aproximamos do seu Reino, por meio da oração.
Se você é como eu, pare de se debater, pois nosso salva vidas está permanentemente de serviço e aproveite este momento para orar, pedindo a Deus que te ajude a lembrar, que mesmo quando sentimos que estamos nos afogando, Ele estás junto conosco.
Baseado No cenáculo 17/03/2011
Ferramenta Apropriada
Para que serve o Espírito Santo na vida do crente? Ouvi esta pergunta enquanto conversava sobre Ef. 5.18 com uma pessoa crente, mas que não acreditava na manifestação do Espírito. Evangelicamente falando, esta pergunta não tem lógica, porque todo crente em Cristo deve saber o valor do Espírito Santo em sua vida, pois é Ele quem nos convence que somos pecadores (Jo 16.8), ao menos que ela seja neófito na fé, mas para isso a Bíblia nos diz, “Desejai ardentemente como criança recém nascida ao genuíno leite espiritual, para que por ele vos seja dado o crescimento para a salvação” (IPe 2.2).
Alguém já viu leite espiritual para vender? Claro que não! Então o leite espiritual é sem dúvida o Espírito Santo. A comparação é: assim como a criança recém nascida precisa do leite materno para seu crescimento, nós como crianças em Cristo, precisamos do Espírito Santo para não sermos crianças desnutridas, mas em pleno crescimento (Ef 4.15).
O Espírito Santo é ferramenta de trabalho. O lavrador precisa de uma boa inchada afiada para capinar, o médico como sua primeira ferramenta precisa de uma boa faculdade de medicina; o engenheiro precisa de uma boa faculdade de engenharia e o bom crente precisa do Espírito Santo, pois sem Ele podemos tentar, mas o rendimento é tão pequeno diante de tamanhos esforços, e foi por isso que Jesus disse: “não saia de Jerusalém sem a ferramenta de trabalho” (At 1.4); “não vos deixarei órfãos (sozinhos)” (Jo 14.18); “sem mim (sozinhos), nada podeis fazer” (Jo 15.5).
Algumas vezes o que fazemos sem a ferramenta própria é cortar a orelha do nosso semelhante, assim como fez Pedro, cheio de boas intenções (Jo 18.10). Mas este mesmo Pedro, obedecendo à palavra de Deus esperou e recebeu a ferramenta própria do Cristão, o Espírito Santo e juntamente com os demais discípulos, fez a primeira e maior colheita de vidas para o Reino de Deus (At 2.41). A boa notícia é que esta bênção não ficou restrita somente a Pedro, porque a promessa é para todos (At 2.39).
Se você não consegue ganhar alguém para Cristo, volte a Jerusalém (oração) e permaneça até que sejais revestidos do poder (Lc 24.49). Eu, particularmente, fiz isto e deu certo!
Alguém já viu leite espiritual para vender? Claro que não! Então o leite espiritual é sem dúvida o Espírito Santo. A comparação é: assim como a criança recém nascida precisa do leite materno para seu crescimento, nós como crianças em Cristo, precisamos do Espírito Santo para não sermos crianças desnutridas, mas em pleno crescimento (Ef 4.15).
O Espírito Santo é ferramenta de trabalho. O lavrador precisa de uma boa inchada afiada para capinar, o médico como sua primeira ferramenta precisa de uma boa faculdade de medicina; o engenheiro precisa de uma boa faculdade de engenharia e o bom crente precisa do Espírito Santo, pois sem Ele podemos tentar, mas o rendimento é tão pequeno diante de tamanhos esforços, e foi por isso que Jesus disse: “não saia de Jerusalém sem a ferramenta de trabalho” (At 1.4); “não vos deixarei órfãos (sozinhos)” (Jo 14.18); “sem mim (sozinhos), nada podeis fazer” (Jo 15.5).
Algumas vezes o que fazemos sem a ferramenta própria é cortar a orelha do nosso semelhante, assim como fez Pedro, cheio de boas intenções (Jo 18.10). Mas este mesmo Pedro, obedecendo à palavra de Deus esperou e recebeu a ferramenta própria do Cristão, o Espírito Santo e juntamente com os demais discípulos, fez a primeira e maior colheita de vidas para o Reino de Deus (At 2.41). A boa notícia é que esta bênção não ficou restrita somente a Pedro, porque a promessa é para todos (At 2.39).
Se você não consegue ganhar alguém para Cristo, volte a Jerusalém (oração) e permaneça até que sejais revestidos do poder (Lc 24.49). Eu, particularmente, fiz isto e deu certo!
Desajustes Espirituais
De que vale um conhecimento profundo se o nosso coração não tem profundidade espiritual?
De que adianta termos uma boa posição perante os homens se não a temos diante de Deus?
De que vale a higiene do corpo se a nossa mente e espírito estão sujos?
De que adianta possuirmos uma fachada de religiosidade se o nosso coração é carnal?
Porque nos orgulharmos de força física, por exemplo, se Espiritualmente somos fracos?
De que vale riquezas do mundo se vivemos em pobreza espiritual?
Todos estes desajustes espirituais são consertados pela oração. Quem não deseja ser envolvido por estes falsos conceitos de espiritualidade, precisa fortalecer-se numa comunhão mais intima com Deus, como foi possível observar no acampamento, vidas buscando profundidade com Deus.
Leandro Ravenhill conta em seu livro “Porque tarda o pleno avivamento?” a história de um famoso filósofo e psicólogo chamado Willian Jome, que fora acometido de uma enfermidade misteriosa, depressão e insônia. Ele procurou os melhores médicos até da Europa e não encontrando a cura, já pensava em suicídio. De volta a sua cidade, alguém lhe falou de um homem que orava por enfermidade e então o filósofo e psicólogo, que tinha uma mente privilegiada e culta, mas que não acreditava em cura divina, resolveu ir até aquele homem simples e inculto como seu ultimo recurso. Então aquele homem impôs as mãos sobre a sua cabeça e orou. Ao final da oração o filósofo que não acreditava na cura divina, concluiu dizendo: naquela hora senti uma energia perpassando o meu corpo e logo me sobreveio uma enorme sensação de paz e então compreendi que tinha sido curado.
Com tudo isso, podemos entender que uma mente formada só com o conhecimento teórico das faculdades, seja ela teologia, filosofia, psicologia entre outras... mas sem ser cheio do Espírito Santo, não consegue compreender o milagre.
A Bíblia diz “não por força, nem por poder (humano), mas pelo meu Espírito diz o Senhor dos exércitos” (Zc 4.6).
De que adianta termos uma boa posição perante os homens se não a temos diante de Deus?
De que vale a higiene do corpo se a nossa mente e espírito estão sujos?
De que adianta possuirmos uma fachada de religiosidade se o nosso coração é carnal?
Porque nos orgulharmos de força física, por exemplo, se Espiritualmente somos fracos?
De que vale riquezas do mundo se vivemos em pobreza espiritual?
Todos estes desajustes espirituais são consertados pela oração. Quem não deseja ser envolvido por estes falsos conceitos de espiritualidade, precisa fortalecer-se numa comunhão mais intima com Deus, como foi possível observar no acampamento, vidas buscando profundidade com Deus.
Leandro Ravenhill conta em seu livro “Porque tarda o pleno avivamento?” a história de um famoso filósofo e psicólogo chamado Willian Jome, que fora acometido de uma enfermidade misteriosa, depressão e insônia. Ele procurou os melhores médicos até da Europa e não encontrando a cura, já pensava em suicídio. De volta a sua cidade, alguém lhe falou de um homem que orava por enfermidade e então o filósofo e psicólogo, que tinha uma mente privilegiada e culta, mas que não acreditava em cura divina, resolveu ir até aquele homem simples e inculto como seu ultimo recurso. Então aquele homem impôs as mãos sobre a sua cabeça e orou. Ao final da oração o filósofo que não acreditava na cura divina, concluiu dizendo: naquela hora senti uma energia perpassando o meu corpo e logo me sobreveio uma enorme sensação de paz e então compreendi que tinha sido curado.
Com tudo isso, podemos entender que uma mente formada só com o conhecimento teórico das faculdades, seja ela teologia, filosofia, psicologia entre outras... mas sem ser cheio do Espírito Santo, não consegue compreender o milagre.
A Bíblia diz “não por força, nem por poder (humano), mas pelo meu Espírito diz o Senhor dos exércitos” (Zc 4.6).
Resgatar, Restaurar = Igreja
Quando penso em resgate, lembro dos muitos que temos visto e que parecem impossíveis, mas que os bombeiros não medem esforços arriscando a sua própria vida.
Lembro-me de um pai que ficou preso nos escombros com seu filhinho. Ele já ouvia os barulhos do resgate chegando, mas de repente ouviu um silêncio, foi uma avalanche de lama que desceu soterrando os dois bombeiros que iriam resgatá-lo. Mais tarde, outros bombeiros chegaram e os resgataram com vida e em uma entrevista, ele declarou que se valeu da fé para não perder a esperança e que formava saliva na sua boca e passava para o filho, na tentativa de amenizar a sede.
Porém, devido há 15 horas soterrado, sua perna estava quase morta e aqui que entra o restaurar. Não basta só resgatar, é preciso cuidar dos ossos quebrados, das carnes rasgadas, ou das doenças da lama, é isto que se chama restaurar, que significa consertar, fazer voltar à forma primitiva.
Agora, cá entre nós, isto não se parece com a Igreja, que na sua missão trabalha para resgatar pessoas das avalanches do mundo, que deformam as pessoas moralmente, socialmente e espiritualmente?
É preciso resgatar para um lugar seguro, para então restaurar a dignidade humana, a moral ferida, a família quebrada, restaurar a aproximação de Deus, que é o estado primitivo do homem.
Felizmente a Igreja não trabalha com os modernos descartáveis, porque para a igreja, todos podem ser resgatados e restaurados, pois vidas são patrimônios, vidas são bens duráveis e para isso, devemos investir o tempo que for preciso, foi Jesus quem disse: os sãos não precisam de médicos e sim os doentes (Lc 5.31).
A missão da Igreja é esta: o Espírito do Senhor está sobre mim (Igreja), pelo que me ungiu para evangelizar os pobres e a proclamar libertação aos cativos e restaurar a vista aos cegos e a pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.18), porque Jesus nos resgatou da morte e nos restaurou a nossa comunhão com Deus (I Jo 1.3).
Lembro-me de um pai que ficou preso nos escombros com seu filhinho. Ele já ouvia os barulhos do resgate chegando, mas de repente ouviu um silêncio, foi uma avalanche de lama que desceu soterrando os dois bombeiros que iriam resgatá-lo. Mais tarde, outros bombeiros chegaram e os resgataram com vida e em uma entrevista, ele declarou que se valeu da fé para não perder a esperança e que formava saliva na sua boca e passava para o filho, na tentativa de amenizar a sede.
Porém, devido há 15 horas soterrado, sua perna estava quase morta e aqui que entra o restaurar. Não basta só resgatar, é preciso cuidar dos ossos quebrados, das carnes rasgadas, ou das doenças da lama, é isto que se chama restaurar, que significa consertar, fazer voltar à forma primitiva.
Agora, cá entre nós, isto não se parece com a Igreja, que na sua missão trabalha para resgatar pessoas das avalanches do mundo, que deformam as pessoas moralmente, socialmente e espiritualmente?
É preciso resgatar para um lugar seguro, para então restaurar a dignidade humana, a moral ferida, a família quebrada, restaurar a aproximação de Deus, que é o estado primitivo do homem.
Felizmente a Igreja não trabalha com os modernos descartáveis, porque para a igreja, todos podem ser resgatados e restaurados, pois vidas são patrimônios, vidas são bens duráveis e para isso, devemos investir o tempo que for preciso, foi Jesus quem disse: os sãos não precisam de médicos e sim os doentes (Lc 5.31).
A missão da Igreja é esta: o Espírito do Senhor está sobre mim (Igreja), pelo que me ungiu para evangelizar os pobres e a proclamar libertação aos cativos e restaurar a vista aos cegos e a pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.18), porque Jesus nos resgatou da morte e nos restaurou a nossa comunhão com Deus (I Jo 1.3).
terça-feira, 1 de março de 2011
Luz em meio as trevas
O termo Escola Dominical está em pauta e aproveitando o embalo, vou citar uma música que as professoras costumam ensinar para as crianças, que na verdade, quem precisa aprender a usar somos nós, os adultos: Minha pequena luz vou deixar brilhar...
Vem ai o carnaval e muitos de nós, apesar de crentes, vivemos conjugados com as influências deste mundo, pois apesar de não sermos do mundo, vivemos no mundo e para ajudar, existe uma frase muito usada por aqueles que não resistem o pecado: não tem nada a ver! Esta frase quando usada, faz esquecer Romanos 12 “não imiteis a conduta e os costumes deste mundo, mas seja uma pessoa nova e diferente (o mais importante é o amor)”. Porém, Jesus deixou duas palavras chaves, que tem tudo a ver, e que quando for usada fará toda a diferença:
A primeira palavra é: “vós sois o sal da terra” (Mt 5.13). O sal na Bíblia tem vários significados, um deles foi Eliseu tornando doce, saudável e frutífero, um manancial amargo e sem vida, aplicando-lhe sal (II Re 2.21). O mundo precisa deste sal, ele é próprio para dar sabor e até para escrever estas linhas, eu preciso de sal, como tempero, nas minhas palavras (Cl 4.6).
A segunda palavra é: “vós sois a luz do mundo” (Mt 5,14). Já pensou ser luz neste mundo tenebroso ou coberto de trevas? O que é ser luz do mundo? A Bíblia responde, “para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus, inculpável no meio de uma geração perversa e corrupta, na qual, vos resplandecereis como luzeiro no mundo” (Fl 2.15).
Então é preciso deixar a nossa pequena luz brilhar. Brilhar, como as estrelas numa noite escura, porque a luz que não brilha no escuro deixou de ser luz, pois luz e trevas não se misturam. Pedro até que tentou, mas foi logo descoberto, ninguém é capaz de esconder uma luz acesa.
Para quem vai ao acampamento e para quem não vai, a recomendação de Jesus é: “Assim Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifique o vosso pai que estás no céu (Mt 5.16).
Vem ai o carnaval e muitos de nós, apesar de crentes, vivemos conjugados com as influências deste mundo, pois apesar de não sermos do mundo, vivemos no mundo e para ajudar, existe uma frase muito usada por aqueles que não resistem o pecado: não tem nada a ver! Esta frase quando usada, faz esquecer Romanos 12 “não imiteis a conduta e os costumes deste mundo, mas seja uma pessoa nova e diferente (o mais importante é o amor)”. Porém, Jesus deixou duas palavras chaves, que tem tudo a ver, e que quando for usada fará toda a diferença:
A primeira palavra é: “vós sois o sal da terra” (Mt 5.13). O sal na Bíblia tem vários significados, um deles foi Eliseu tornando doce, saudável e frutífero, um manancial amargo e sem vida, aplicando-lhe sal (II Re 2.21). O mundo precisa deste sal, ele é próprio para dar sabor e até para escrever estas linhas, eu preciso de sal, como tempero, nas minhas palavras (Cl 4.6).
A segunda palavra é: “vós sois a luz do mundo” (Mt 5,14). Já pensou ser luz neste mundo tenebroso ou coberto de trevas? O que é ser luz do mundo? A Bíblia responde, “para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus, inculpável no meio de uma geração perversa e corrupta, na qual, vos resplandecereis como luzeiro no mundo” (Fl 2.15).
Então é preciso deixar a nossa pequena luz brilhar. Brilhar, como as estrelas numa noite escura, porque a luz que não brilha no escuro deixou de ser luz, pois luz e trevas não se misturam. Pedro até que tentou, mas foi logo descoberto, ninguém é capaz de esconder uma luz acesa.
Para quem vai ao acampamento e para quem não vai, a recomendação de Jesus é: “Assim Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifique o vosso pai que estás no céu (Mt 5.16).
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Um pacote de viagem
Conta-se que uma pessoa ganhou um pacote de viagem para um Cruzeiro Marítimo e durante a viagem, enquanto muitos comiam e bebiam do bom e do melhor, aquele homem, com sua família, comia pão com pão e alguém lhe perguntou: porque você não vem comer aqui conosco? O homem disse: eu não posso pagar, porque ganhei só a passagem. Meu Senhor, já foi tudo pago na passagem, pode vir comer e beber porque é direito seu!
Na caminhada cristã isto também pode acontecer. Alguém disse que o nosso direito é não ter direito algum, mas não é verdade, pois quando recebemos o Senhor Jesus, recebemos um pacote chamado salvação e nele vem todos os direitos que Jesus conquistou na cruz que também é direito nosso. Às vezes nós não sabemos, mas no pacote está o direito de comer e beber do melhor de Deus: “se quiserdes e me ouvir, comereis o melhor desta terra” (Is 1.19). Todos os cristãos têm os benefícios da graça de Deus que nos coloca em igualdade para com Deus.
Os discípulos não puderam libertar um jovem possesso e a multidão ouviu de Jesus: Oh! Geração incrédula, até quando estarei convosco e vós sofrereis? (Mt 17.17) Eles ainda não sabiam que no nome de Jesus nós podemos tudo (Fl 4.13).
Como Igreja, passamos por estas experiências: certa vez uma pessoa ficou possessa e foi embora sem ser liberto, porque nós não sabíamos os nossos direitos. Quando Jesus disse “buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas seriam acrescentadas, ele estava dizendo dos direitos adquiridos com a salvação. Quando a Igreja descobriu isto, impôs as mãos sobre um homem totalmente embriagado, não falando coisa com coisa e minutos depois ele estava totalmente liberto, porque não era embriagues, era demônio mesmo. Este é um dos direitos que nós temos adquiridos na salvação.
Comer do bom e do melhor na casa de Deus é isto ai. É ver famílias inteiras se entregando a Cristo, é ter a alegria do Espírito Santo (Rm 14.17), porque o Senhor não quer ver crentes tristes, pois quem viaja com Ele tem plena alegria (Jo 16.24).
Na caminhada cristã isto também pode acontecer. Alguém disse que o nosso direito é não ter direito algum, mas não é verdade, pois quando recebemos o Senhor Jesus, recebemos um pacote chamado salvação e nele vem todos os direitos que Jesus conquistou na cruz que também é direito nosso. Às vezes nós não sabemos, mas no pacote está o direito de comer e beber do melhor de Deus: “se quiserdes e me ouvir, comereis o melhor desta terra” (Is 1.19). Todos os cristãos têm os benefícios da graça de Deus que nos coloca em igualdade para com Deus.
Os discípulos não puderam libertar um jovem possesso e a multidão ouviu de Jesus: Oh! Geração incrédula, até quando estarei convosco e vós sofrereis? (Mt 17.17) Eles ainda não sabiam que no nome de Jesus nós podemos tudo (Fl 4.13).
Como Igreja, passamos por estas experiências: certa vez uma pessoa ficou possessa e foi embora sem ser liberto, porque nós não sabíamos os nossos direitos. Quando Jesus disse “buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas seriam acrescentadas, ele estava dizendo dos direitos adquiridos com a salvação. Quando a Igreja descobriu isto, impôs as mãos sobre um homem totalmente embriagado, não falando coisa com coisa e minutos depois ele estava totalmente liberto, porque não era embriagues, era demônio mesmo. Este é um dos direitos que nós temos adquiridos na salvação.
Comer do bom e do melhor na casa de Deus é isto ai. É ver famílias inteiras se entregando a Cristo, é ter a alegria do Espírito Santo (Rm 14.17), porque o Senhor não quer ver crentes tristes, pois quem viaja com Ele tem plena alegria (Jo 16.24).
Joelho de Passarinho
Alguém já viu um passarinho dormindo no galho de uma árvore ou em um fio de luz? Por que ele não cai? Dizem os entendidos no assunto, que os pássaros têm os tendões construídos de uma forma que quando eles estão com os joelhos dobrados, os seus pés não soltam do galho, até que eles desdobrem para voar. Os joelhos dobrados são a sua segurança, mesmo dormindo no galho ou em um fio de luz.
Qual é a mensagem que esta ilustração traz para nós?
Vamos lembrar o que a Bíblia nos diz: “diante do nome de Jesus todo joelho se dobram, tanto no céu como na terra” (Fl 2.10). Entendemos que a nossa segurança também está nos joelhos dobrados em oração.
Eu li das mães intercessoras a seguinte frase: “Mães de joelhos filhos de pé”, que bonito! Mas não é só bonito, é verdadeiro, pois os nossos tendões espirituais têm tudo haver com os nossos joelhos dobrados.
Isaias 35 nos fala de uma felicidade futura, fala de flores abundantes, fala de alegria, fala do esplendor do Carmelo e do Saron, fala da glória do Senhor, fala do esplendor do nosso Deus, mas para isso é preciso fortalecer as mãos frouxas e firmar os joelhos vacilantes, isto está em concordância com Hebreus 12.12,13 “por isso, restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos e fazei caminho reto para os vossos pés, para que não destravie o que manca, antes seja curados”. Alguém já disse que a Igreja caminha de joelho, e eu não tenho dúvida, pois as nossas esperanças partem de nossos joelhos dobrados diante do Senhor. E quanto a fortalecerem as mãos frouxas, significa mãos que se apegam na obra do Senhor e joelhos trôpegos é aqueles que ainda não se decidiram pela oração.
Para que os nossos projetos de uma Igreja maior fisicamente e em números, em especial no espírito, tenha sucesso, precisamos de muitas mãos que se apertem e joelhos convictos, precisamos de tendões que nos sustentem de joelhos dobrados diante do Senhor.
“Por esta causa me ponho de joelho, diante do pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como na terra” Efésios 3.14,15. Como estão os seus joelhos?
Qual é a mensagem que esta ilustração traz para nós?
Vamos lembrar o que a Bíblia nos diz: “diante do nome de Jesus todo joelho se dobram, tanto no céu como na terra” (Fl 2.10). Entendemos que a nossa segurança também está nos joelhos dobrados em oração.
Eu li das mães intercessoras a seguinte frase: “Mães de joelhos filhos de pé”, que bonito! Mas não é só bonito, é verdadeiro, pois os nossos tendões espirituais têm tudo haver com os nossos joelhos dobrados.
Isaias 35 nos fala de uma felicidade futura, fala de flores abundantes, fala de alegria, fala do esplendor do Carmelo e do Saron, fala da glória do Senhor, fala do esplendor do nosso Deus, mas para isso é preciso fortalecer as mãos frouxas e firmar os joelhos vacilantes, isto está em concordância com Hebreus 12.12,13 “por isso, restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos e fazei caminho reto para os vossos pés, para que não destravie o que manca, antes seja curados”. Alguém já disse que a Igreja caminha de joelho, e eu não tenho dúvida, pois as nossas esperanças partem de nossos joelhos dobrados diante do Senhor. E quanto a fortalecerem as mãos frouxas, significa mãos que se apegam na obra do Senhor e joelhos trôpegos é aqueles que ainda não se decidiram pela oração.
Para que os nossos projetos de uma Igreja maior fisicamente e em números, em especial no espírito, tenha sucesso, precisamos de muitas mãos que se apertem e joelhos convictos, precisamos de tendões que nos sustentem de joelhos dobrados diante do Senhor.
“Por esta causa me ponho de joelho, diante do pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como na terra” Efésios 3.14,15. Como estão os seus joelhos?
O temor do Senhor
“De tudo que se tem ouvido a suma é: teme a Deus e guarda os seus mandamentos, porque isto é o dever de todo homem e mulher” (Ec 13.12). Este é um mandamento que deve ser frequentemente cumprido pelo povo de Deus e é importante que saibamos o que isto significa.
A palavra temor significa medo, mas... ter medo de Deus? Sim, porque o medo nos desperta cuidado e “é pelo temor do Senhor que o homem evita o mal” (Pv 16.6).
“O temor do Senhor é o principio da sabedoria e revela prudência a todos os que praticam” (Sl 111.10). A prudência nos leva a praticar o que convém e a tomar precaução no agir. O medo só não pode virar pavor, terror, isto traz descontrole emocional.
O temor a Deus significa não fazer piadinha de Deus, porque isto seria tomar o seu nome em vão (Ex 20.7). “Os que não têm medo de Deus, nem respeitam o seu nome, a transgressão domina os seus corações” (Sl 36.1,2).
Temer a Deus significa zelar pelo nome de Deus e zelo significa amar muito, quem ama a Deus de todo coração esta temendo a Deus.
O temor a Deus é respeito, reverência, devoção.
Temor a Deus é ter compromisso com ele.
“Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fl 2.12), isto significa ser cuidadoso em fazer as coisas boas que resultam em nossa salvação, obedecendo a Deus com profunda reverência, fugindo de tudo o quanto possa desagradar a Deus (o mais importante é o amor).
Temer a Deus serve para o nosso bom comportamento (I Pe 3.2).
O temor do Senhor serve também para a nossa santificação (II Co 7.1).
O temor do Senhor serve para louvar e glorificar a Deus na igreja (Sl 22.22,23).
O temor do Senhor prolonga a nossa vida (Pv 10.27).
E Finalmente, tratai a todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus e honrai o Rei (I Pe 2.17).
A palavra temor significa medo, mas... ter medo de Deus? Sim, porque o medo nos desperta cuidado e “é pelo temor do Senhor que o homem evita o mal” (Pv 16.6).
“O temor do Senhor é o principio da sabedoria e revela prudência a todos os que praticam” (Sl 111.10). A prudência nos leva a praticar o que convém e a tomar precaução no agir. O medo só não pode virar pavor, terror, isto traz descontrole emocional.
O temor a Deus significa não fazer piadinha de Deus, porque isto seria tomar o seu nome em vão (Ex 20.7). “Os que não têm medo de Deus, nem respeitam o seu nome, a transgressão domina os seus corações” (Sl 36.1,2).
Temer a Deus significa zelar pelo nome de Deus e zelo significa amar muito, quem ama a Deus de todo coração esta temendo a Deus.
O temor a Deus é respeito, reverência, devoção.
Temor a Deus é ter compromisso com ele.
“Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fl 2.12), isto significa ser cuidadoso em fazer as coisas boas que resultam em nossa salvação, obedecendo a Deus com profunda reverência, fugindo de tudo o quanto possa desagradar a Deus (o mais importante é o amor).
Temer a Deus serve para o nosso bom comportamento (I Pe 3.2).
O temor do Senhor serve também para a nossa santificação (II Co 7.1).
O temor do Senhor serve para louvar e glorificar a Deus na igreja (Sl 22.22,23).
O temor do Senhor prolonga a nossa vida (Pv 10.27).
E Finalmente, tratai a todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus e honrai o Rei (I Pe 2.17).
Por favor Leia
“FORTALECER, UNIR E CRESCER”
Este, sempre foi e sempre será o propósito da Escola Bíblica Dominical.
Embora os tempos modernos tenham apagado o calor deste bem maior, adquirido nas raízes do cristianismo, não podemos de modo algum esmorecer.
Primeiro – é tempo de FORTALECER para um novo ano, ou seja, ficar forte, ter força, ter coragem e ter vontade de dar fruto, isto é fortalecer.
Mas por onde começar? Por cada um de nós, pois escola significa aprendizado e aprendizado significa gente que dá exemplo. Devemos fortalecer na pontualidade; na palavra falada e vivida; e também na palavra ouvida, porque na Escola Dominical todos podem falar, é um lugar onde todos podem aprender com as perguntas e respostas, respeitando as proporções é claro. “Tu, pois filho meu, fortalece-te na graça que está em Cristo Jesus” (II Tm 2.1).
Segundo – UNIR é combinar forças, comunhão, ou comunicar, ligar-se pelo amor, que eu diria à causa de Deus. Nada é mais corrosivo para a obra do Senhor do que o descaso, é como se fosse o cupim, que ataca pela raiz e quando menos se espera cai por terra, por isso, jamais devemos olhar a Escola Dominical com descaso, pelo contrário, vamos unir forças em torno de uma causa nobre e saudável.
Mas alguém pergunta: E o Diploma? O diploma, o Senhor já tem preparado, porque o curso termina no céu com uma grande festa: “muito bom servo bom e fiel, foste fiel no pouco sobre o muito te colocarei, entra no gozo do Teu Senhor” (Mt 25:21a).
Enfim, chegamos ao terceiro item CRESCER, vamos aumentar, prosperar, avançar com propósito. Este é um convite para toda a igreja, principalmente para os que querem ver a escola dominical crescendo com inteligência.
Vivemos em um mundo de constantes mudanças e só a Escola Dominical nos ensina a viver como cristãos neste mundo de tamanha adversidade.
Este, sempre foi e sempre será o propósito da Escola Bíblica Dominical.
Embora os tempos modernos tenham apagado o calor deste bem maior, adquirido nas raízes do cristianismo, não podemos de modo algum esmorecer.
Primeiro – é tempo de FORTALECER para um novo ano, ou seja, ficar forte, ter força, ter coragem e ter vontade de dar fruto, isto é fortalecer.
Mas por onde começar? Por cada um de nós, pois escola significa aprendizado e aprendizado significa gente que dá exemplo. Devemos fortalecer na pontualidade; na palavra falada e vivida; e também na palavra ouvida, porque na Escola Dominical todos podem falar, é um lugar onde todos podem aprender com as perguntas e respostas, respeitando as proporções é claro. “Tu, pois filho meu, fortalece-te na graça que está em Cristo Jesus” (II Tm 2.1).
Segundo – UNIR é combinar forças, comunhão, ou comunicar, ligar-se pelo amor, que eu diria à causa de Deus. Nada é mais corrosivo para a obra do Senhor do que o descaso, é como se fosse o cupim, que ataca pela raiz e quando menos se espera cai por terra, por isso, jamais devemos olhar a Escola Dominical com descaso, pelo contrário, vamos unir forças em torno de uma causa nobre e saudável.
Mas alguém pergunta: E o Diploma? O diploma, o Senhor já tem preparado, porque o curso termina no céu com uma grande festa: “muito bom servo bom e fiel, foste fiel no pouco sobre o muito te colocarei, entra no gozo do Teu Senhor” (Mt 25:21a).
Enfim, chegamos ao terceiro item CRESCER, vamos aumentar, prosperar, avançar com propósito. Este é um convite para toda a igreja, principalmente para os que querem ver a escola dominical crescendo com inteligência.
Vivemos em um mundo de constantes mudanças e só a Escola Dominical nos ensina a viver como cristãos neste mundo de tamanha adversidade.
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