Certa vez, uma pessoa visitando uma piscina pública, refletiu sobre o contraste entre o salva vidas e as pessoas que estavam em perigo e chegou à conclusão que ser salva vidas, é de longe, a posição mais desejável.
Eu preferia para minha vida diária, algo como o papel do salva vidas, mas descobri que com muito mais freqüência, sou como o que está se afogando.
Sou aquele a quem o Senhor tem de prover o alimento, as roupas e o abrigo de cada dia, conforme Mateus 6.33: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas”.
Sou aquele que pecou e se afastou da glória de Deus, conforme Romanos 3.23: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
Em conseqüência disso, sou também aquele que precisa do perdão diário, ao confessar meus pecados e minhas necessidades a Deus, conforme I João 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”.
Sou como Isaias 6.5: “Ai de mim estou perdido, porque sou homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios”.
Sou como Paulo em Romanos 7.15: “faço exatamente as coisas que não quero fazer, porque nem mesmo compreendo o meu jeito de agir”.
Sou como Pedro em Mateus 16.22: “tento ajudar a Deus e ajo segundo um plano que meu entendimento humano diz ser melhor”.
Mas não somos todos parecidos com aquele que está se afogando, do que com o salva vidas?
Jesus nos dá uma boa notícia em Mateus 5.3: “abençoados são os pobres de Espírito, porque deles é o Reino dos céus”, por isso, quanto mais reconhecemos nossa desesperada necessidade de Deus, mais nós nos aproximamos do seu Reino, por meio da oração.
Se você é como eu, pare de se debater, pois nosso salva vidas está permanentemente de serviço e aproveite este momento para orar, pedindo a Deus que te ajude a lembrar, que mesmo quando sentimos que estamos nos afogando, Ele estás junto conosco.
Baseado No cenáculo 17/03/2011
Mais que vencedor é o tema do 1º livro de Sebastião de Brito. Ele tinha o desejo de escrever outros, mas infelizmente em 22/03/2013, ele faleceu, deixando muitas mensagens escritas que ainda não foram publicadas. Agora passa a ser meu desejo, um dia publica-lás, pois ele foi MAIS DO QUE VENCEDOR e mesmo em sua simplicidade, sempre teve muito a nos ensinar. Cibelle Aureliano - Neta
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Olá pessoal, td bem?
Além do blog, vocês podem se comunicar comigo por meio de e-mails, então anotem ai?
sebastiaodebrito@yahoo.com.br
Não garanto resposta imediata, mas responderei a todos os e-mails!
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Ferramenta Apropriada
Para que serve o Espírito Santo na vida do crente? Ouvi esta pergunta enquanto conversava sobre Ef. 5.18 com uma pessoa crente, mas que não acreditava na manifestação do Espírito. Evangelicamente falando, esta pergunta não tem lógica, porque todo crente em Cristo deve saber o valor do Espírito Santo em sua vida, pois é Ele quem nos convence que somos pecadores (Jo 16.8), ao menos que ela seja neófito na fé, mas para isso a Bíblia nos diz, “Desejai ardentemente como criança recém nascida ao genuíno leite espiritual, para que por ele vos seja dado o crescimento para a salvação” (IPe 2.2).
Alguém já viu leite espiritual para vender? Claro que não! Então o leite espiritual é sem dúvida o Espírito Santo. A comparação é: assim como a criança recém nascida precisa do leite materno para seu crescimento, nós como crianças em Cristo, precisamos do Espírito Santo para não sermos crianças desnutridas, mas em pleno crescimento (Ef 4.15).
O Espírito Santo é ferramenta de trabalho. O lavrador precisa de uma boa inchada afiada para capinar, o médico como sua primeira ferramenta precisa de uma boa faculdade de medicina; o engenheiro precisa de uma boa faculdade de engenharia e o bom crente precisa do Espírito Santo, pois sem Ele podemos tentar, mas o rendimento é tão pequeno diante de tamanhos esforços, e foi por isso que Jesus disse: “não saia de Jerusalém sem a ferramenta de trabalho” (At 1.4); “não vos deixarei órfãos (sozinhos)” (Jo 14.18); “sem mim (sozinhos), nada podeis fazer” (Jo 15.5).
Algumas vezes o que fazemos sem a ferramenta própria é cortar a orelha do nosso semelhante, assim como fez Pedro, cheio de boas intenções (Jo 18.10). Mas este mesmo Pedro, obedecendo à palavra de Deus esperou e recebeu a ferramenta própria do Cristão, o Espírito Santo e juntamente com os demais discípulos, fez a primeira e maior colheita de vidas para o Reino de Deus (At 2.41). A boa notícia é que esta bênção não ficou restrita somente a Pedro, porque a promessa é para todos (At 2.39).
Se você não consegue ganhar alguém para Cristo, volte a Jerusalém (oração) e permaneça até que sejais revestidos do poder (Lc 24.49). Eu, particularmente, fiz isto e deu certo!
Alguém já viu leite espiritual para vender? Claro que não! Então o leite espiritual é sem dúvida o Espírito Santo. A comparação é: assim como a criança recém nascida precisa do leite materno para seu crescimento, nós como crianças em Cristo, precisamos do Espírito Santo para não sermos crianças desnutridas, mas em pleno crescimento (Ef 4.15).
O Espírito Santo é ferramenta de trabalho. O lavrador precisa de uma boa inchada afiada para capinar, o médico como sua primeira ferramenta precisa de uma boa faculdade de medicina; o engenheiro precisa de uma boa faculdade de engenharia e o bom crente precisa do Espírito Santo, pois sem Ele podemos tentar, mas o rendimento é tão pequeno diante de tamanhos esforços, e foi por isso que Jesus disse: “não saia de Jerusalém sem a ferramenta de trabalho” (At 1.4); “não vos deixarei órfãos (sozinhos)” (Jo 14.18); “sem mim (sozinhos), nada podeis fazer” (Jo 15.5).
Algumas vezes o que fazemos sem a ferramenta própria é cortar a orelha do nosso semelhante, assim como fez Pedro, cheio de boas intenções (Jo 18.10). Mas este mesmo Pedro, obedecendo à palavra de Deus esperou e recebeu a ferramenta própria do Cristão, o Espírito Santo e juntamente com os demais discípulos, fez a primeira e maior colheita de vidas para o Reino de Deus (At 2.41). A boa notícia é que esta bênção não ficou restrita somente a Pedro, porque a promessa é para todos (At 2.39).
Se você não consegue ganhar alguém para Cristo, volte a Jerusalém (oração) e permaneça até que sejais revestidos do poder (Lc 24.49). Eu, particularmente, fiz isto e deu certo!
Desajustes Espirituais
De que vale um conhecimento profundo se o nosso coração não tem profundidade espiritual?
De que adianta termos uma boa posição perante os homens se não a temos diante de Deus?
De que vale a higiene do corpo se a nossa mente e espírito estão sujos?
De que adianta possuirmos uma fachada de religiosidade se o nosso coração é carnal?
Porque nos orgulharmos de força física, por exemplo, se Espiritualmente somos fracos?
De que vale riquezas do mundo se vivemos em pobreza espiritual?
Todos estes desajustes espirituais são consertados pela oração. Quem não deseja ser envolvido por estes falsos conceitos de espiritualidade, precisa fortalecer-se numa comunhão mais intima com Deus, como foi possível observar no acampamento, vidas buscando profundidade com Deus.
Leandro Ravenhill conta em seu livro “Porque tarda o pleno avivamento?” a história de um famoso filósofo e psicólogo chamado Willian Jome, que fora acometido de uma enfermidade misteriosa, depressão e insônia. Ele procurou os melhores médicos até da Europa e não encontrando a cura, já pensava em suicídio. De volta a sua cidade, alguém lhe falou de um homem que orava por enfermidade e então o filósofo e psicólogo, que tinha uma mente privilegiada e culta, mas que não acreditava em cura divina, resolveu ir até aquele homem simples e inculto como seu ultimo recurso. Então aquele homem impôs as mãos sobre a sua cabeça e orou. Ao final da oração o filósofo que não acreditava na cura divina, concluiu dizendo: naquela hora senti uma energia perpassando o meu corpo e logo me sobreveio uma enorme sensação de paz e então compreendi que tinha sido curado.
Com tudo isso, podemos entender que uma mente formada só com o conhecimento teórico das faculdades, seja ela teologia, filosofia, psicologia entre outras... mas sem ser cheio do Espírito Santo, não consegue compreender o milagre.
A Bíblia diz “não por força, nem por poder (humano), mas pelo meu Espírito diz o Senhor dos exércitos” (Zc 4.6).
De que adianta termos uma boa posição perante os homens se não a temos diante de Deus?
De que vale a higiene do corpo se a nossa mente e espírito estão sujos?
De que adianta possuirmos uma fachada de religiosidade se o nosso coração é carnal?
Porque nos orgulharmos de força física, por exemplo, se Espiritualmente somos fracos?
De que vale riquezas do mundo se vivemos em pobreza espiritual?
Todos estes desajustes espirituais são consertados pela oração. Quem não deseja ser envolvido por estes falsos conceitos de espiritualidade, precisa fortalecer-se numa comunhão mais intima com Deus, como foi possível observar no acampamento, vidas buscando profundidade com Deus.
Leandro Ravenhill conta em seu livro “Porque tarda o pleno avivamento?” a história de um famoso filósofo e psicólogo chamado Willian Jome, que fora acometido de uma enfermidade misteriosa, depressão e insônia. Ele procurou os melhores médicos até da Europa e não encontrando a cura, já pensava em suicídio. De volta a sua cidade, alguém lhe falou de um homem que orava por enfermidade e então o filósofo e psicólogo, que tinha uma mente privilegiada e culta, mas que não acreditava em cura divina, resolveu ir até aquele homem simples e inculto como seu ultimo recurso. Então aquele homem impôs as mãos sobre a sua cabeça e orou. Ao final da oração o filósofo que não acreditava na cura divina, concluiu dizendo: naquela hora senti uma energia perpassando o meu corpo e logo me sobreveio uma enorme sensação de paz e então compreendi que tinha sido curado.
Com tudo isso, podemos entender que uma mente formada só com o conhecimento teórico das faculdades, seja ela teologia, filosofia, psicologia entre outras... mas sem ser cheio do Espírito Santo, não consegue compreender o milagre.
A Bíblia diz “não por força, nem por poder (humano), mas pelo meu Espírito diz o Senhor dos exércitos” (Zc 4.6).
Resgatar, Restaurar = Igreja
Quando penso em resgate, lembro dos muitos que temos visto e que parecem impossíveis, mas que os bombeiros não medem esforços arriscando a sua própria vida.
Lembro-me de um pai que ficou preso nos escombros com seu filhinho. Ele já ouvia os barulhos do resgate chegando, mas de repente ouviu um silêncio, foi uma avalanche de lama que desceu soterrando os dois bombeiros que iriam resgatá-lo. Mais tarde, outros bombeiros chegaram e os resgataram com vida e em uma entrevista, ele declarou que se valeu da fé para não perder a esperança e que formava saliva na sua boca e passava para o filho, na tentativa de amenizar a sede.
Porém, devido há 15 horas soterrado, sua perna estava quase morta e aqui que entra o restaurar. Não basta só resgatar, é preciso cuidar dos ossos quebrados, das carnes rasgadas, ou das doenças da lama, é isto que se chama restaurar, que significa consertar, fazer voltar à forma primitiva.
Agora, cá entre nós, isto não se parece com a Igreja, que na sua missão trabalha para resgatar pessoas das avalanches do mundo, que deformam as pessoas moralmente, socialmente e espiritualmente?
É preciso resgatar para um lugar seguro, para então restaurar a dignidade humana, a moral ferida, a família quebrada, restaurar a aproximação de Deus, que é o estado primitivo do homem.
Felizmente a Igreja não trabalha com os modernos descartáveis, porque para a igreja, todos podem ser resgatados e restaurados, pois vidas são patrimônios, vidas são bens duráveis e para isso, devemos investir o tempo que for preciso, foi Jesus quem disse: os sãos não precisam de médicos e sim os doentes (Lc 5.31).
A missão da Igreja é esta: o Espírito do Senhor está sobre mim (Igreja), pelo que me ungiu para evangelizar os pobres e a proclamar libertação aos cativos e restaurar a vista aos cegos e a pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.18), porque Jesus nos resgatou da morte e nos restaurou a nossa comunhão com Deus (I Jo 1.3).
Lembro-me de um pai que ficou preso nos escombros com seu filhinho. Ele já ouvia os barulhos do resgate chegando, mas de repente ouviu um silêncio, foi uma avalanche de lama que desceu soterrando os dois bombeiros que iriam resgatá-lo. Mais tarde, outros bombeiros chegaram e os resgataram com vida e em uma entrevista, ele declarou que se valeu da fé para não perder a esperança e que formava saliva na sua boca e passava para o filho, na tentativa de amenizar a sede.
Porém, devido há 15 horas soterrado, sua perna estava quase morta e aqui que entra o restaurar. Não basta só resgatar, é preciso cuidar dos ossos quebrados, das carnes rasgadas, ou das doenças da lama, é isto que se chama restaurar, que significa consertar, fazer voltar à forma primitiva.
Agora, cá entre nós, isto não se parece com a Igreja, que na sua missão trabalha para resgatar pessoas das avalanches do mundo, que deformam as pessoas moralmente, socialmente e espiritualmente?
É preciso resgatar para um lugar seguro, para então restaurar a dignidade humana, a moral ferida, a família quebrada, restaurar a aproximação de Deus, que é o estado primitivo do homem.
Felizmente a Igreja não trabalha com os modernos descartáveis, porque para a igreja, todos podem ser resgatados e restaurados, pois vidas são patrimônios, vidas são bens duráveis e para isso, devemos investir o tempo que for preciso, foi Jesus quem disse: os sãos não precisam de médicos e sim os doentes (Lc 5.31).
A missão da Igreja é esta: o Espírito do Senhor está sobre mim (Igreja), pelo que me ungiu para evangelizar os pobres e a proclamar libertação aos cativos e restaurar a vista aos cegos e a pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.18), porque Jesus nos resgatou da morte e nos restaurou a nossa comunhão com Deus (I Jo 1.3).
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