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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Vidas Santificadas

“Santificai-vos porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5) Santificação é um tema de grande importância na vida cristã, mas infelizmente, nem sempre é levado a serio. Não posso dizer isso da nossa Igreja, pois você pode concordar comigo, que estamos seriamente interessados na vida santificada. Por isso, eu resolvi fazer um pequeno estudo sobre isso e o meu desejo é aprender um pouco mais e tentar ajudar alguém que também deseja uma vida de santidade. Vou começar falando do que não é santidade: Primeiro - uma vida santificada não é uma libertação gradual do pecado. Como assim? O pecado precisa ser rejeitado, renunciado e abandonado de uma vez para sempre e não gradativamente (um pecado a menos hoje, outro a menos amanhã, até chegar a santidade), como acontece com o viciado que toma cinco garrafas de cachaça por dia e quer parar de beber. Ele toma uma a menos hoje, outra a menos amanhã, mas com certeza ele não vai a lugar nenhum. É preciso que haja um momento de crise para que deliberadamente haja desprezo ao pecado, “então vós lembreis dos vossos maus caminhos e dos vossos feitos que não foram bons e tereis nojo de vós mesmo” (Ez 36.31). Segundo - uma vida santificada não significa viver sem tentação, muito pelo contrário, é possível que sejamos mais tentados do que antes, porque antes não apresentávamos perigo para o reino de satanás. Como disse o Pastor Márcio, agora tem uma placa no inferno dizendo: Cuidado com os santificados! Quando optamos por uma vida santificada o inimigo faz tudo o que ele pode para nos derrubar, por isso, “aquele que pensa estar em pé cuide para que não caia” (I Co 10.12), porque a tentação põe em prova a nossa santificação. Agora eu vou falar do que é santidade: Primeiro – uma vida santificada é uma vida de vitória sobre o pecado, “porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estas debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Rm 6.14). Quando decidimos por uma vida santificada Deus nos dá graça e por isso vencemos a tentação. Segundo – uma vida santificada é uma vida de experiência. Ainda que seja um processo, tem que haver um momento de experiência, um ponto de partida, assim como aconteceu com os 12 homens descrito em Atos 19.6: “e impondo-lhes as mãos veio sobre eles o Espírito Santo...” foi algo que aqueles crentes ainda não haviam experimentado. Terceiro – este item vou dividir em 3: 1º uma vida santificada é uma vida separada para Deus; 2º uma vida santificada é uma vida dedicada ao Senhor; 3º uma vida santificada é uma vida que anda no Espírito, além de ser cheia do Espírito (Gl 5.25).

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Família Amada

Ainda estamos comemorando o mês da família e quando falamos em família, falamos de pai, mãe e filhos. Este é o modelo de família aprovado por Deus, veja o que esta escrito em Genesis 1.27,28 “...homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra...” Mas hoje eu quero falar de uma família bíblica que não tinha nem pai, nem mãe, apenas três irmãos, mas que com certeza foram educados nos caminhos do Senhor; estou falando de Marta, Maria e Lázaro (Jo 11). Marta ficou conhecida como aquela que se preocupou com a limpeza da casa, quando hospedou Jesus (Lc 10.14). Jesus disse: “Marta! Marta! Andas inquieta com muitas coisas...” (Lc 10.41) Jesus não estava dizendo que limpar a casa estava errado, mas que aquela hora era exclusiva para ele. Maria se destacou pelo ato de ungir os pés de Jesus com bálsamo e enxugar com os seus cabelos, realizando ali o maior dos investimentos, porque o perfume era de grande valor (Jo 12.5). Ela derramou não somente o valor monetário, mas também um coração cheio de amor pelo Senhor Jesus e este ato foi tão valioso que marcou a vida de Jesus para sempre (Mc 14.9). Nesta família, Jesus manifestou a sua glória (Jo 11.4) e passaram a serem amigos. Você lembra o relato sobre a doença de Lázaro? Marta passou a ser o exemplo de fé da família, pois cria em Jesus e em um ato de fé mandou avisá-lo que o amigo que ele amava estava enfermo (Jo 11.3). Na verdade Jesus amava a família e não somente Lazaro (Jo 11.5), por isso ouvindo o pedido de Marta voltou. Agora eu te pergunto: sua família esta passando por algum problema? Faça como Marta, chame Jesus que com certeza Ele vai te atender. Talvez pareça ser tarde, mas no tempo de Deus tudo se resolve. Marta ouvindo que o Senhor chegara, foi ao encontro dele e disse “Se tu estivesse aqui meu irmão não teria morrido, mas sei que mesmo agora tudo quanto pedires a Deus, Deus te concederás” (Jo 11.22). Ainda o milagre não havia acontecido, mas ela sabia que com a presença de Jesus algo poderia acontecer. É assim que devemos crer, porque o milagre é o sinal dos que creem (Jo 11.40). Com esta família podemos aprender que há momentos em que a família precisa se juntar em adoração, seja na igreja ou no lar, creio que esta é a boa parte que ninguém pode tirar (Lc 10.41). Hoje em dia vivemos em um tempo de inversão de valores, mas a palavra de Deus nos ensina a “educar os nossos filhos no caminho do Senhor” (Pv 22.6), ensina também os filhos a “honrarem os seus pais, porque é o primeiro mandamento com promessa” Ef 6.2) e orienta aos pais “a não provocarem os vossos filhos a ira, mas criá-los na disciplina e na admoestação do Senhor” (Ef 6.4). Você quer ser uma família amada???

Família um projeto de Deus

O mês de Maio é chamado de mês da família ou mês do lar. Também é chamado de mês das flores ou o mês das noivas, porque antigamente era o mês dos casamentos, talvez por ser o começo do frio. Nada melhor do que juntar os cobertores para se aquecerem mutuamente (Ec 4.11). Estou falando de casamento feito legalmente, porque este é o projeto de Deus (Gn 2.18). Tenho para mim que o plano da salvação da família começou com Noé, quando Deus ordenou: “entra na arca tu e toda a tua casa (família) e entrou Noé com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos” (Gn 7.7). Ali Deus estava preservando a família. Infelizmente tem muita gente sofrendo com o frio de Maio, porque abandonaram a família. Mas o projeto de Deus é que “o solitário viva em família, tira do cativeiro para a prosperidade. Só os rebeldes habitam em terra estéril” (Sl 68.6). O que o salmo esta dizendo é que a família é tão importante, que a Bíblia a chama de família de Deus (Ef 2.19). O Senhor Jesus podia ter salvado a Zaqueu ali mesmo em cima da árvore, mas o plano de Deus é família, por isso Jesus disse: “desce de pressa, porque me convém ficar hoje na tua casa; e ao entrar ele disse: hoje veio a salvação nesta casa (família)” (Lc 18.5-9). Desce de pressa significa que a família tem prioridade, urgência. Nunca a família esteve tão fragilizada e desvalorizada como nos dias de hoje e Jesus não quer somente passar na família ele quer ficar na família, por isso, ele disse me convém ficar na tua casa, fazendo parte da família, assim como uma família no céu nos abraçou com amor eterno (Jr 31.3), o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Jo 14.23). Em Atos 16.30, temos outro exemplo sobre a importância da família, quando o carcereiro perguntou: “o que devo fazer para ser salvo? Crê no Senhor Jesus e será salto tu e a tua casa (família)”. O dicionário tem duas definições para a família: a primeira definição é casa = geração, e a segunda definição é tribos = pequenos povos, mas o que faz a diferença para nós cristãos é o amor, pois uma casa ou comunidade sem amor pode ser uma tribo e não uma família. Se você esta fora da família por rebeldia, seja ela família sanguínea ou família da fé, Deus tem um plano de salvação para você. Ele ainda não se esqueceu de você “porque ainda que uma mãe venha esquecer-se de seu filho, que ainda mama, Deus jamais se esquecerá de ti” (Is 49.15,16). Devemos amar a igreja e fazer o possível para estarmos juntos como família da fé, mas se não cuidarmos da nossa própria família estamos negando a fé e somos piores do que os incrédulos (I Tm 5.8).

Tradição ou Tradiscionalismo

Muitos ainda perguntam sobre como conhecer a Deus... Outros dizem que todos os caminhos levam a Deus... Será? Eu acredito que o caminho que leva a Deus passa pela tradição. Veja o que Paulo disse em II Tessalonicenses 2.15: “Assim, pois irmãos permaneceis firmes e guardais as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavras, seja por epístolas nossa”. João Wesley nos fala de uma tradição de experiência, acumulada no decorrer da história da Igreja, que nos deixou princípios teológicos, uma identidade na compreensão da fé e um exemplo de vida. Acontece que a tradição tem dois lados, porque Jesus condenou a tradição dos anciãos, porque eles invalidavam a palavra de Deus (Mt 15.3), mas Paulo em I Coríntios 11.2 nos diz “de fato eu vos louvo porque em tudo vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei”. A tradição que Paulo nos legou foi esta “porque o nosso evangelho não chegou até vós somente em palavras, mas sobretudo no poder do Espírito Santo e em plena convicção...” (I Ts 1.5). Alguém disse que tradição é = fé viva, daqueles que já morreram e são chamados de heróis da fé, “pela fé os antigos alcançaram testemunho” (Hb 11.2). Por outro lado o tradicionalismo é fé morta, daqueles que ainda vivem, ou seja, é a tradição dos rituais que Jesus disse que invalida a palavra de Deus (Mc 7.13). Com isso, podemos aprender que: Tradição é viver o que Cristo nos ensinou. “Na verdade eu vos digo que aquele que crer em mim também fará as obras que eu faço e outras maiores farás, porque eu vou para o pai” (Jo 14.12). Obras maiores, não em poder, porque todo poder pertence a Jesus, tanto no céu como na terra, mas pode ser em números, veja esta grande obra descrita em Atos 2.41: “Os que aceitaram a palavra foram batizados havendo um acréscimo de quase 3.000 almas”. Isto porque Jesus falou: “tudo o que pedir em meu nome eu farei, para que o pai seja glorificado no filho” (Jo 14.13). Tradição é a preservação da qualidade, é também experiência com Deus. Lembrando mais uma vez de João Wesley, ele declara que teve a sua vida mudada depois da experiência do coração aquecido, por causa disto, alguém disse que nós Metodistas temos um D.N.A. de fogo, ou seja, tradição viva, isto nos mostra que ser cristão não é simplesmente conhecer teologicamente um Deus, mas ter uma experiência pessoal com o Deus da história, que é bendito eternamente amém” (Sl 89.52). Tradição é vida abundante, “eu vim para que tenha vida e vida abundante” (Jo 10.10) Uma Igreja que tem tradição é uma Igreja edificada sobre os dons espirituais “assim vós que deseja dons espirituais, procurais progredir neles para edificação da Igreja (I Co 14.12). Finalmente ter uma tradição é ser beneficiado com as promessas de Cristo, “estes sinais seguirão aos que creem...” (Mc 16.17).

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jesus Cristo esta vivo, Aleluia

Tu ressuscitaste, Aleluia! Eis a ressurreição e a vida, Aleluia! Depois do sofrer sobre a cruz... de dares a tua vida por nós, venceste e ressuscitas-te. Tu estas vivo para sempre e hás de reinar, Aleluia! A ressurreição de Jesus Cristo é uma das verdades essenciais do evangelho, negar a ressurreição de Cristo é fazer do cristianismo uma ilusão. Por isso, Paulo trava uma batalha teológica com aqueles que não criam na ressurreição de Jesus e com a autoridade que Deus lhe deu disse: “se Cristo não ressuscitou é vã a vossa fé e ainda permaneceis nos vossos pecados” (I Co 15.17). A ressurreição de Cristo é a base da nossa esperança, ela é a garantia da nossa justificação e salvação. Sem a ressurreição de Cristo não há perdão de pecado. Um Jesus que não ressuscitou seria um homem qualquer sem esperança de vida eterna. Paulo nos diz novamente: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somo os mais miseráveis dos homens” (I Co 15.19). A ressurreição de Cristo tem uma importância fundamental sobre a morte, porque Cristo veio para nos livrar, não só do pecado, mas da sua consequência, a morte (Rm 6.23). “O tumulo esta vazio, ele ressuscitou!” Estas palavras mostram que o amor, a bondade e o poder de Jesus andam juntos e são maiores do que a morte, por isso a vida sempre vence. Deus nos alcançou exatamente onde estávamos e derrotou o nosso ultimo inimigo, a morte. “Onde esta ó morte a tua vitória? Onde esta ó morte o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a lei, mas graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Co 15.55). Podemos perceber a essência da ressurreição comparando as atitudes dos discípulos antes e depois da ressurreição de Cristo. Antes eles fugiram, negaram, esconderam temerosos e confusos. Depois da ressurreição passaram de assustados a “Santos”, de confusos a confiantes, tornando-se missionários que transformaram o mundo, fazendo-se mártires corajosos e embaixadores jubilosos que falavam em nome de Jesus. A maior importância da ressurreição não esta no passado “Jesus ressuscitou”, mas no presente “Jesus esta vivo, Aleluia!” O anjo de Deus deu esta maravilhosa notícia: “Porque buscai entre os mortos aquele que vive?” (Mt 28.6) Hoje nós podemos cantar alegremente “Cristo já ressuscitou, Aleluia! Sobre a morte triunfou, Aleluia! Tudo consumado esta, Aleluia! Salvação de graça dá Aleluia!” Apocalipse 1.18 diz: “E aquele que vive: estive morto, mais eis aqui estou vivo pelo século dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno”. ALELUIA!

Semana da Paixão

A Paixão de Cristo faz parte da Semana Santa, semana que iniciamos hoje 01/04/2012, em nosso calendário atual. Veja a seguir o relatório da última semana de vida humana de Jesus em direção à cruz (Mt 21. 1-11). Domingo – Entrada triunfal em Jerusalém, montado num jumentinho, cumprindo a profecia de Zacarias 9.9. A multidão o saudava com ramos de palmeiras pelo chão e gritavam Hosana ao filho de Davi, que significa (salva, por favor – Sl 118.25) e atribuíram-lhe um título messiânico, o enviado do Senhor, o Rei de Israel (Jo 12.13). Segunda-feira – A purificação do templo (Mt 21.12-13). Neste dia, Jesus voltou ao templo e encontrou o átrio cheio de mercadores e cambistas, que levavam vantagem nas trocas de moedas judaicas por moedas pagãs. Jesus os expulsou do templo e virou as mesas. Terça-feira – Dia das parábolas (Mt 21.28-32). Em Jerusalém, Jesus escapou das ciladas teológicas, armada pelos sacerdotes no Monte das Oliveiras. Contemplando Jerusalém ensinava por meio das parábolas contra os fariseus (Mt 21.45-46). Quarta-feira – Dia de repouso porque os evangelhos não dizem nada a este respeito. Quinta-feira – A última ceia (Mt 26.17-30). Jesus preparou a si mesmo e aos discípulos para a sua morte. Ele deu a ceia pascal um novo significado, o pão representando o seu corpo a ser sacrificado e o vinho representando o seu sangue, que muito breve seria derramado na cruz, assim foi instituída a ceia do Senhor. “E tendo cantado o hino saíram para o monte das oliveiras (Mt 26.30). Sexta-feira – a crucificação (Mt 27.33-38). Depois da traição, da prisão, dos falsos testemunhos, da condenação, dos açoites e zombarias, exigiram que ele carrega-se a cruz até o lugar chamado caveira (Mt 27.33), onde o crucificaram juntamente com outros condenados e deram-lhe a beber vinho misturado com fel, mas ele provando não quis beber. Sexta-feira da paixão, dia do horror onde foi cuspido, despido, de olhos vendados e bateram na sua face. Foi escarnecido por três grupos distintos de pecadores: pecadores ignorantes, pecadores condenados e pecadores religiosos, que reconhecem as escrituras, mas não reconheciam Jesus na sua morte. “Deus meu! Deus meu! Porque me desamparaste?” Foi o grito do cumprimento do Salmo 22.1. Jesus foi crucificado às 9 horas e às 12 horas houve trevas sobre a terra. Às 15 horas Jesus espirou, entregou o Espírito e o véu se rasgou (Mt 27.50). O véu rasgado simboliza liberdade de adoração ao grande Deus soberano. Fonte B. E. P.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O Dom Supremo – I Coríntios 12.31

I Coríntios 12.31 nos diz que devemos “procurar com zelo os melhores dons”, mas também diz sobre um caminho mais excelente, que caminho é esse? Paulo diz que os dons são necessários para a edificação da Igreja (I Co 14.12), mas ele também diz que os dons só têm o seu devido valor quando acompanhado pelo dom supremo – o amor (I Co 13.1-8). Temos aqui a resposta da pergunta à cima: o caminho mais excelente é o amor. Para andar por este caminho mais excelente, é preciso compreender o amor, por isso, segue algumas características importantes deste amor: “O AMOR É PACIENTE” – ele não perde a paciência, nem se mostra irritado, nem perde a calma facilmente; “O AMOR É BENIGNO” – ele não somente suporta com paciência a injustiça, como procura meios de contribuir, para melhorar a vida das outras pessoas; “O AMOR NÃO ARDE EM CIÚMES” – se em qualquer tempo se achar diante de concorrentes, não guarda irritação e não se aflige; “O AMOR NÃO SE UFANA” – não se preocupa em impressionar, nem em projetar a sua boa imagem, para tirar vantagem pessoal. “O AMOR NÃO ENSOBERBECE” – não conservas ideais arrogantes acerca de si mesmo, nem espera que o outro gire em torno dele; “O AMOR NÃO SE CONDUZ INCONVENIENTE” – ele tem boas maneiras e é cortez, educado, respeita o direito dos outros e tem um padrão Cristocêntrico; “O AMOR NÃO PROCURA O SEU PRÓPRIO INTERESSE” – não busca vantagem egoísta e oportunista, mas se preocupa em fazer a vontade de Deus; “O AMOR NÃO SE EXASPERA” – não é melindroso, nem se magoa facilmente, nem se domina pelas emoções; “O AMOR NÃO SE RESSENTE DO MAL” – ele não guarda rancor do mal recebido, nem fica repisando os males passados; “O AMOR NÃO SE ALEGRA COM A INJUSTIÇA” – jamais se alegra quando os outros erram, não tem prazer em espalhar más reputações dos outros; “O AMOR REGOZIJA-SE COM A VERDADE” – ele fica contente quando a justiça prevalece e se alegra quando o mal é derrotado pela verdade; “O AMOR TUDO SOFRE” – não há limite para a sua clemência, por isso, simpatiza com os problemas dos outros; “O AMOR TUDO CRÊ” – crê sem duvidar das pessoas ou das suas palavras, ou mesmo da sua integridade; “O AMOR TUDO ESPERA” – sua esperança nunca murcha. O amor não se desespera, parece que as pessoas estão falhando, ainda assim olha com confiança; “O AMOR TUDO SUPORTA” tem perseverança ilimitada, pode enfrentar todos os obstáculos e ainda amar. Não desanima e espera com paciência, brandura e coragem, o “AMOR JAMAIS ACABA”.

O que impede a nossa alegria?

O Salmo 137 conta a história dos Israelitas que se encontravam exilados na babilônia. Estavam tão deprimidos que nem ao menos tinham animo para cantar, simplesmente sentaram e choraram, lembrando-se dos cânticos de Sião (Hb 12.22). Quando eles estavam na sua terra, com toda liberdade, eram dedicados nos trabalhos do Senhor, tinham maior alegria quando alguém os convidava “vamos à casa do Senhor” (Sl 122.1). Agora com uma depressão, mantinham-se totalmente inativos e tristes. A frase que não saia da mente deles era “Jerusalém, minha maior alegria”. Jerusalém significa uma alegria espiritual na casa de Deus, com este entendimento, descobrimos aqui um dos motivos que nos impede de sermos alegres, é o isolamento da casa de Deus, até porque o ser humano não foi feito para viver no isolamento e em especial o isolar-se de Deus. O homem (mulher) foi feito para o louvor da sua glória e desfrutar o gozo da sua presença, mas o desânimo e a dúvida impede a manifestação da alegria. Lucas 24.16,17 fala de dois discípulos que se precipitaram e saíram de onde eles não deveriam ter saído, por isso perderam a alegria, seus semblantes eram tão tristes que nem perceberam a presença de Jesus. Isso acontece com quem sai da presença do Senhor, perde a alegria e a sensibilidade de sentir Deus ao seu lado. Qualquer coisa que impede o nosso relacionamento com Deus, como o ressentimento, a falta de amor, os maus desejos, as discórdias, impedem também a alegria espiritual. São as obras da carne, que só servem para afastar de nós a alegria do Senhor, mas se nós nos mantivermos firmes no Senhor, o seu Espírito Santo em nós será uma fonte de alegria a jorrar do nosso interior. Quando isso acontecer, o nosso relacionamento com o próximo terá um caráter feliz, porque “um coração alegre formoseia o rosto, mas a tristeza do coração o espírito se abate” (Pv 15.13). As mudanças produzidas pelo Espírito Santo em nós são claramente percebidas pela alegria. O meu objetivo com estas lições não são apenas ocupar o espaço a mim confiado, mas incentivar a Igreja para juntos buscarmos a alegria do Espírito Santo e convidar a todos para se alegrarem conosco, porque encontramos a nossa dracma perdida, porque ha alegria no céu por um pecador que se arrepende (Lc 15.10). Como diz Filipenses 4.4 “alegrai-vos no Senhor, outra vez digo alegrai-vos”. A igreja primitiva tinha uma alegria incondicional eu gostaria de imitá-los pelo menos em três pontos: na perseverança, na unidade e na alegria (At 2.46). “Então iremos ao altar de Deus, do Deus que é a nossa grande alegria e ao som dos instrumentos nós te louvamos ó Deus nosso” (Sl 43.4).

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Felizes para sempre

Um filósofo declarou que a melhor maneira de sentir-se infeliz é buscar a felicidade; Um poeta em sua musica também disse que a felicidade não existe, o que existe são momentos felizes; Por causa de pensamentos como estes que as pessoas gastam somas de dinheiro em busca destes momentos felizes e muitas vezes não encontram. O mundo faz uma propaganda enorme sobre coisas felizes, sobre a “felicidade”, mas no final acabam deixando muita gente triste, pois ao invés de felicidade encontram a decepção e nesta hora alguns chegam até ao suicídio. Um dos maiores eventos para a busca da felicidade no Brasil terminou na semana passada e, por sinal, terminou muito mal, com atos de vandalismos como cadeiras voadoras por todos os lados e muita discussão. Parece que neste ponto o filósofo está com a razão, com certeza muitos saíram de lá infelizes. Contrariando o filósofo e o poeta, quero dizer que a alegria ou a felicidade existe sim, ser feliz para sempre não é apenas um conto de fada. Veja este testemunho: uma senhora de 62 anos de idade, disse que tinha apenas 2 anos de vida, porque fazia 2 anos que ela teve um encontro com Senhor Jesus Cristo. Disse ela: “Ele me resgatou das garras do diabo onde passei 60 anos da minha vida sem qualquer alegria e hoje faz 2 anos que eu sou feliz”. É assim que a felicidade existe e está ao alcance de todos os que querem ser felizes, pois a alegria que vem das coisas são momentâneas, mas a certeza da salvação é uma alegria permanente, “porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e ALEGRIA no Espírito Santo” (Rm 14.17). Se você quer ser feliz, procure em Jesus, ele transformará a sua tristeza em alegria. Veja o que Ele disse em João 16.24: “até agora nada pediste em meu nome, pedi e recebereis para que a vossa alegria seja completa”. A palavra bem aventurado quer dizer feliz ou mais que feliz e o Salmo 1.1 diz, mais que feliz é o homem (mulher) que não anda no conselho dos ímpios, ou seja, não procura a felicidade nos lugares que são passageiros, porque este é o caminho dos pecadores, antes o seu prazer, suas alegrias e felicidades esta na lei do Senhor e nela ocupa o seu tempo dia e noite. Quando o Senhor Jesus entra na vida de uma pessoa, ele leva consigo uma alegria inexplicável e incondicional, que o profeta Isaias chama de alegria eterna (Is 35.10). A alegria esta ligada ao Espírito Santo, porque ele é a raiz do amor, da alegria e da paz” (GL 5.22). A alegria está no coração de quem já conhece a Jesus...

Como convidar uma pessoa para Cristo?

Existe um modelo delicado de convidar alguém para Cristo? Em minhas leituras descobri que existe, pois um modelo delicado envolve: • a graça de Deus em Cristo Jesus; • a graça de Deus na criação; • a graça de Deus na redenção; • a graça de Deus na esperança da eternidade. Para isto, aqueles que desejam convidar, precisam ter uma vida de testemunho, porque o Espírito Santo trabalha na vida de quem dá testemunho e é necessário que ele esteja sempre alerta as oportunidades de compartilhar as boas novas de salvação e estimular as pessoas a responderem sim a Cristo. É desejo de Deus ter um relacionamento completo com a humanidade, para isto o nosso primeiro passo deve ser ajudar as pessoas a conhecerem a graça de Deus que é para todos e assim darem um enorme passo em direção à salvação. “Disse Jesus: vinde a mim todos que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei” (Mt 11.28) “é assim que Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). O segundo passo é ajudar as pessoas a reconhecerem os seus pecados e se arrependerem deles, pois assim receberão a salvação em Cristo Jesus, serão reconciliados com a graça e justificados por Deus através do sangue expiatório de Jesus Cristo. O terceiro passo é ajudar as pessoas a experimentarem a certeza de estarem dentro de um relacionamento correto com Deus por meio do “Espírito Santo, que testifica com o nosso Espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16). O resultado do esforço de tentar viver sem Deus é uma tragédia, mas com estes passos podemos ajudar as pessoas a sentirem uma profunda necessidade e clamar pelo Deus da graça. Quando Deus nos criou, havia um desejo de que fossemos a sua imagem como diz Genesis 1.27: “e criou Deus pois o homem a sua imagem, a imagem de Deus os criou, homem e mulher os criou”. Esta imagem foi danificada, corrompida, torcida e desfigurada, por culpa do pecado, mas não totalmente destruída, porque aceitando o perdão de Deus, reconhecendo Jesus Cristo como Senhor e Salvador e tendo o testemunho do Espírito Santo, por meio da aceitação da graça, podemos experimentar a restauração da imagem de Deus em nossas vidas.

O telefone do céu - Colossenses 4.2

A definição da palavra oração é sermão ou discurso para ser pronunciado por um bom orador em público. Hoje eu quero falar de algo bem mais simples que não precisa de um orador técnico, é sobre a oração bíblica, uma comunicação entre aquele que ora e Deus, conforme ensinamos para as crianças na Escola Dominical com a música: “o telefone do céu é a oração, o telefone do céu é de joelho no chão, você liga uma vez, duas ou três e se não atender? Se não atender você liga outra vez”. Para começar, uma vida de oração deve ser em primeiro lugar uma vida de ação de graças, assim como diz I Tessalonicenses 5.18 “Em tudo daí graças porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. Na Bíblia, a oração tem pelo menos quatro subtítulos: orar, suplicar, clamar e invocar. O texto de Colossenses 4.2,3 diz: “perseverai na oração e suplicai ao mesmo tempo”. Mas a pergunta é: quando orar e quando suplicar? Vou tentar responder da minha maneira. 1º ORAÇÃO – significa simplicidade, exemplo o Publicano, que de maneira simples, nem levantou os olhos para o céu e disse: “Oh Deus! Tem misericórdia de mim pecador” (Lc 18.13) e Jesus disse que este foi abençoado. A oração pode ser feita em qualquer momento, pode ser na mesa do escritório, na direção do carro, no banco da faculdade ou na pia da cozinha e dependendo do momento nem precisa fechar os olhos, basta ter consciência e repeito pela oração que está sendo feita. 2º SUPLICA - significa pedir com insistência, exemplo Jairo, a sua situação era preocupante. Chegando a Jesus prostrou-se aos seus pés insistentemente e suplicou: minha filha está a morte, “por favor”, venha imponha as mãos para que viva” (Mc 5.22,23). Nesta hora devemos deixar as etiquetas de lado e colocar os joelhos no chão e suplicar as misericórdias de Deus. 3º CLAMOR - é uma oração diferente, porque clamar é bradar ou gritar alto, exemplo: Jesus vendo tudo o que estava acontecendo com ele no momento da crucificação, por volta das 9 horas clamou em alta voz: “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” (Mt 27.46). Pense um pouquinho na dor de Jesus, o homem. Depois, no v.50 ele clamou outra vez em alta voz e entregou o espírito a Deus. Quando parece que Deus não nos ouve é hora de clamar, o clamor é uma oração que vem da dor, seja da alma ou do físico. 4º INVOCAR - significa socorro imediato, exemplo Pedro quando estava se afogando e não tinha outra coisa a fazer senão gritar por socorro e foi o que ele fez: Senhor! Salva-me! Imediatamente Jesus estendeu a mão e o salvou (Mt 14.30). Outro exemplo temos Davi que também passou por estes momentos “na minha angustia invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus e ele do seu templo ouviu a minha voz e o meu clamor penetrou os ouvidos (Sl 18.6).

Jesus, aquele que SALVA

Seguir a Jesus é uma necessidade preeminente do ser humano, porém, exige um novo rumo na vida e precisa ser voluntário, espontâneo e decisivo. Precisa ser, sim, sim ou não, não, mais ou menos não existe para Deus. Isto porque Jesus não é SÓ o melhor, Jesus é o ÚNICO e suficiente salvador daqueles que creem (Mc 16.16); ele rasgou a dívida do pecado que era contra nós e cravou-a na cruz (Cl 2.14), porém, este ato maravilhoso e decisivo só tem o seu devido valor quando tomamos nossa decisão por Cristo. A bíblia nos diz que uma multidão ansiosa corria atrás de Jesus por muitas coisas e Jesus lhes disse: “buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33), mostrando a todos que o mais importante é a salvação. Em outro momento, Jesus salvou uma mulher no meio da multidão. Uma mulher que tomou uma decisão e disse: “se tão somente eu tocar nas suas vestes eu ficarei curada” (Mc 5.28) e sabe qual foi à palavra de Jesus a esta mulher? “A tua fé te salvou, vá e seja curada deste teu mal”, isto porque, Jesus é aquele que salva. Em outro trecho, a Bíblia relata que havia uma multidão seguindo a Jesus, mas que também não tinha seu foco principal na salvação e Jesus lhes disse: “vocês me seguem não porque vistes milagres, mas porque comeste do pão e saciaste; trabalhai não para aquilo que perece, mas para aquilo que permanece para a vida eterna” (Jo 6.26,27). Já deu pra perceber que nem sempre as multidões buscam a salvação não é? Em Lucas 17.17 Jesus diz: “Não foram dez os curados? Onde estão os nove!” Podemos perceber que eles não estavam interessados em salvação, por isto Jesus disse para o único que queria ser salvo: “levanta e vai a tua fé te salvou”, isto mostra que 10% dos curados são salvos, porém 100% dos salvos são curados, curados da doença mortal do pecado, dos traumas, das crendices, da cegueira espiritual, das incertezas da vida, dos vícios malignos que escravizam as pessoas e curados também fisicamente, decida-se por Jesus, aquele que salva. Vemos também no antigo testamento que os profetas de Baal tentaram servir a Deus e a Baal; Elias tomou a palavra e perguntou: até quando coxeareis entre dois pensamentos? “Se o Senhor é Deus, segui-o, se Baal, segui-o, porém eles nada responderam” (I Re 18.21), indecisão total. Ninguém é salvo se não tomar decisão, ainda que seja na ultima hora, assim como o ladrão na cruz: “Senhor! Lembra-te de mim quando entrar no teu reino e Jesus, aquele que salva respondeu: hoje, estarás comigo no paraíso” (Lc 23.42,43). Por isso, nunca é tarde para aceitar a Jesus, se alguém hoje está coxeando entre dois pensamentos, faça como Pedro quando descobriu que era Jesus, “ele arrastou o barco para a terra e deixando tudo o seguiu” (Lc 5.11), decisão total por Jesus, aquele que salva.

CHAMADO PARA SER SANTO

“Segundo é santo aquele que vos chamou sede vós também santos em toda vossa maneira de viver.” 1 Pd 1:15 O ser Santo é um propósito de Deus para cada crente em Cristo Jesus, porque “sem santificação ninguém verá o Senhor” (Hb 12: 14). Agora eu pergunto: como ser santo? Alguém pode responder dizendo que as mulheres não devem usar saias e mangas curtas; não devem cortar o cabelo; não devem usar brinco ou batom, e dizer que os homens não devem assistir TV; não devem usar bermuda; não devem torcer pelo palmeiras e nem pelo o são paulo e não devem usar bigode. Outros ainda diriam que ser santo é fazer muita caridade, pois quando morrer será chamado de santo, mas Deus nos quer SANTOS VIVOS e não mortos. Tenho para mim, que nada disso em si mesmo santifica as pessoas, veja o texto bíblico: “Agora, porém liberto do pecado e transformado em servo de Deus, tende o vosso fruto para a santificação e por fim a vida eterna” (Rm 6:22). Isto significa que a nossa santificação começa quando aceitamos a Jesus como Senhor e Salvador, porque só Ele nos liberta do pecado e nos transforma em servos de Deus. No conceito humano são várias imposições para ser santo, mas na vida espiritual só existe um meio, O SER SERVO DE DEUS. A palavra servo significa “aquele que não é dono de si mesmo; aquele que presta serviço a outrem”. Por exemplo, quem trabalha na cervejaria produz cerveja, mas quem trabalha para Deus produz fruto para a santificação, porque Deus é SANTO. Santo não são os que se vestem de linho finíssimos e muito menos os que usam vestes brilhantes, externamente falando, porque o homem vê a aparência, mas, o Senhor vê o coração (1 Sm 16:7). Você quer saber o que é santidade? Então eu te respondo: é a nossa comunhão com Deus levada a serio. Eu me lembro de quando buscava o batismo no Espírito Santo, quantas revelações de Deus eu pude perceber além do batismo, tudo porque eu levei muito a serio minha comunhão com Deus. Para ser santo não há restrição de pessoas, pode ser jovem ou idoso, pode ser solteiro ou casado, ser rico ou pobre, pode ser de qualquer raça ou cor, pode ser um líder da igreja ou simplesmente um membro, a santidade não esta na superficialidade, mas na profundidade do servir, ou seja, que a minha alma tenha sede de Deus, do Deus vivo (Sl 42:2). Finalmente, não vivemos pregando a santidade, infelizmente, mas ela é tão necessária quanto um copo de água fresca na hora da sede. Que cada um de nós saiba possuir nosso vaso em santificação e honra, porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação (1 Ts 4:3-7).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Eia! Subamos...

O povo de Israel chorava e lamentava, porque os dez homens pessimistas que foram espiar a terra passaram uma imagem aterrorizante da terra que mana leite e mel. Eles viram só o que era ruim, como os filhos de Anaque, que era da família de gigantes de onde saiu Golias, também os Amalequitas, os Heteus, os Gebuseus e os Cananeus, todos temíveis. Eles sentiam como se fossem um pequeno gafanhoto a lutar com os gigantes, mas até certo ponto, eles tinham motivo de ter medo, porque aquele povo representava um mal terrível para Israel. Deus já havia dito a eles que precisavam expulsar da terra aquele povo, porque um só que ficasse seria como espinhos aos vossos olhos (Nm 33:55). Então Caleb fez calar o povo e disse: EIA! Subamos e possuamos a terra, porque certamente prevaleceremos contra ela (Nm 13:30). EIA! Subamos, significa um grito de coragem e animo para enfrentar o desconhecido. EIA! Subamos, é também um grito de fé dos que vêem além das aparências. Kaleb também viu aquele povo mau, mas concentrou a sua atenção naquilo que é bom, trouxe até um cacho de uvas gigantes, para provar que a terra era realmente boa. EIA! Também nós, estamos entrando numa nova terra que é DOIS MIL E DOZE, que por sinal, esta cheia dos modernos Amalequitas, dos novos Cananeus e dos assustadores filhos de Anaque, eles estão tomando conta do espaço e estes nomes hoje poderão representar a invasão das drogas, da imoralidade, da corrupção, da separação conjugal e das filosofias religiosas que confundem as pessoas, mas nós não devemos nos concentrar nessas coisas ruins, pelo contrario, assim como fez Caleb, porque a palavra de Deus nos diz que: “os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo e sim o seu próprio ventre, e com suaves palavras e lisonjas enganam o coração dos humildes” (Rm 16:18). EIA! Subamos a DOIZ MIL E DOZE, a desfrutar das maravilhas que Deus tem preparado para os que não desistem. EIA! Subamos e profetizamos SAÚDE para nossos enfermos, subamos a DOIS MIL E DOZE e repreendamos em nome de Jesus os filhos de Anaque (O CANCER), que estão assustando a humanidade. Subamos e expulsamos a difamação, a murmuração do meio do povo de Deus. EIA! Vamos olhar para DOIS MIL E DOZE com os olhos de Caleb e não com os olhos dos pessimistas e com certeza prevaleceremos. O povo já estava se arregimentando para voltar ao Egito, mas Caleb e Josué disseram: “SE O SENHOR SE AGRADAR DE NÓS, ENTÃO ELE NOS FARÁ ENTRAR NESTA TERRA (2012), QUE MANA LEITE E MEL. TÃO SOMENTE NÃO SEJAIS REBELDES, CONTRA O SENHOR, NÃO TEMAIS O POVO DESTA TERRA (2012) PORQUE COMO O PÃO, NÓS PODEMOS DEVORAR... Se entre nós existem pessoas pensando em voltar a trás assim como este povo, saiba que a palavra de Caleb e Josué também serve para você.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Viver sem disciplina

Esta mensagem completa uma série de 3 sobre o tema: "Vida Disciplinada"


Ainda meditando sobre vida disciplinada, achei por bem escrever esta 3ª mensagem pela profundidade do assunto.
Se olharmos para o mundo ao nosso redor, veremos que muitas coisas do ensino ficaram para traz e não voltam mais, apesar disto, eu me alegro porque ainda existe um povo culto e disciplinado, resta-nos colocar em prática Lamentações 3.21 e trazer a memória o que pode nos dar esperança.
Muitos podem pensar que este tipo de mensagem está fora de moda, mas a nossa cartilha primaria é a palavra de Deus, ela não muda, nela “não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tg 1.17), nela agente pode confiar. Ela nos ensina a corrigir nossos filhos e eles nos darão descanso, nos darão delicia para a alma (Pv 29.17). Há também um provérbio antigo que diz: corrige a criança e não precisa castigar o homem.
Uma criança de um ano e meio andava nua, porque não gostava de colocar roupas, a mãe deixava, para não interferir na sua força de vontade, eu pergunto: pode um pai ou uma mãe criar um filho sem restrição? É lógico que os extremos são prejudiciais, mas é pura ilusão achar que a meninice e a juventude sem restrição desenvolva o caráter mais adequado para resistir algum tipo de tirania. Este tipo de força de vontade mal dirigida é o que qualquer sistema totalitário deseja, este tipo de individualismo pode morder a mão que lhe dá de comer, cortar preciosos laços familiares e pisar as lágrimas da mãe e as suplicas do pai, isto é ignorar as normas sociais e desprezar as virtudes simples da verdadeira democracia.
Com a alta afirmação da criança e do jovem, os educadores devem auxiliar no desenvolvimento de um sentido de valor e equilíbrio cristão, pois uma vontade inflexível nunca será forte no melhor sentido da palavra, poderá sim, ser forte para desafiar, destruir e atacar qualquer coisa que lhe dificulte o caminho e também não será forte para se adaptar as realidades da vida. Saiba que uma disciplina firme nunca destruirá na criança a capacidade de ter sua própria vontade.
A disciplina poderá ser o sal na educação da criança e na orientação do jovem, um caráter sem sal poderá apodrecer antes de atingir a maturidade (infelizmente isto acontece todos os dias) e para se obter a volta de um jovem desajustado ou desorientado, é preciso à força de muitas orações e muita luta longa e dolorosa.
“Certamente me temerás e aceitarás a disciplina, e assim a sua morada não será destruída” (Sf. 3.7).